Colisão entre veículo e velocípede tirou vida a um homem de 60 anos, no passado sábado (19 de Agosto), na estrada N381 que faz a ligação entre Redondo e Reguengos de Monsaraz.

Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora, o alerta foi dado às 21h59 para um acidente que envolveu uma viatura ligeira de passageiros e um velocípede.

O ocupante da bicicleta, um homem de 60 anos, foi a única vítima a registar deste fatal acidente.

A mesma fonte acrescenta que no local estiveram os Bombeiros Voluntários de Reguengos de Monsaraz, a GNR e o INEM, num total de 10 operacionais e 5 veículos.

O Governo aprovou na passada sexta-feira (18 de Agosto) a Declaração de Calamidade Pública em 155 concelhos nacionais, dos quais constam 8 concelhos alentejanos, implementando várias medidas preventivas, entre elas a prática de caça.

Apesar da medida decretada pelo Governo e que vigora até às 24h00 de segunda-feira (21 de Agosto), no que diz respeito à caça no concelho de Mértola, não vai ser cumprida, como afirma o presidente do município, Jorge Rosa, nas redes sociais.

 Na sua página de Facebook, o presidente da Câmara Municipal de Mértola, conhecida como "Capital Nacional da Caça", esclarece que "após vários contactos, a GNR, posto de Mértola, confirmou que se pode caçar em todo o concelho, em todas as zonas de caça".

O autarca escreve que, por "interpretação exagerada de alguns", já não se podia caçar no concelho, acrescentando que na sua interpretação, o despacho do Governo “não interditava a caça”.

O presidente da autarquia mertolense, eleito pelo Partido Socialista, a época de caça vai abrir “como previsto”, sobre o qual conclui o seu esclarecimento com o desejo de “bom início de época e boa época de caça a todos, em Mértola Capital Nacional da Caça”.

Recorde-se que a caça à rola-brava começa este domingo em Portugal, mas declaração de calamidade pública deveria limitar esse direito nos 155 concelhos abrangidos pela declaração de calamidade pública.

Até ao final do mês de Agosto, a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA) tem a funcionar dois postos de saúde, nas praias de Vila Nova de Milfontes e Zambujeira do Mar.

Este serviço funciona com um enfermeiro e pretende dar reposta às necessidades dos muitos turistas que escolhem aquele território nesta época do ano.

O profissional de saúde presta cuidados de enfermagem e realiza uma triagem inicial, fazendo depois o encaminhamento para os serviços adequados.

Sábado, dia 19 de agosto, foi inaugurado o Campo Artur Jorge, do Sporting Clube Arcoense, com um novo relvado sintético, em Arcos (Estremoz).

Surgindo em substituição do Campo 12 de julho, de terra batida, no qual o clube de futebol treinava desde 1983, oferece melhores condições aos jogadores, como explica Custódio Cochicho, Presidente da Direção do Sporting Clube Arcoense.

“Tínhamos um campo pelado que hoje já não tem qualquer validade em termos de distrital”, explica, acrescentando que a infraestrutura criava “alguma dificuldade em conseguir plantéis, porque os jogadores já se recusavam a jogar no pelado”.

Concluída esta fase, declara, “fica a faltar muita coisa”, entre elas a instalação de uma bancada, que atualmente é inexistente, a renovação dos balneários e a iluminação.

Presentemente, não dispõe de meios nem de financiamento previsto para concretização das requeridas melhorias, num prazo próximo, afirma.

Na sessão de inauguração, esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Luís Mourinha, o Presidente da Junta de Freguesia de Arcos, António Broa, tendo sido recordado e homenageado Artur Jorge, membro fundador e sócio nº1 do clube, nos discursos proferidos.

Recorde-se que, tal como noticiado pela Rádio Campanário, o financiamento do relvado sintético resultou de um Contrato-Programa entre a Câmara Municipal de Estremoz e o clube, tendo a entidade financiado 210 mil €, dos 234 mil € totais do projeto, tendo o restante provido de patrocinadores.

 

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Na passada sexta-feira, dia 18 de agosto, cinco elementos da Associação de Bombeiros Voluntários de Alandroal combatiam o incêndio de Mação (Santarém), na freguesia de Mouriscas, quando foram surpreendidos pela mudança de ventos, tendo ardido parcialmente o veículo de combate de incêndios (VFCI) a que recorriam, como nos explica João Pais, Comandante dos Bombeiros Voluntários de Alandroal.

A viatura encontrava-se imobilizada, em situação de combate, “numa zona em segurança”, sendo que os cinco bombeiros voluntários de Alandroal “iam em proteção dos colegas”, que “iam entrar numa zona perigosa”, tendo sido surpreendidos pela mudança do vento.

“Ardeu a parte da cabine”, avança o Comandante João Pais, acrescentando que o restante veículo se encontra em boas condições, sendo agora necessária apenas a recuperação da zona danificada.

Os cinco elementos dos Bombeiros Voluntários de Alandroal que se encontravam a combater o incêndio, em Mouriscas, encontram-se bem fisicamente, não havendo vítimas a registar do incidente, mas “psicologicamente estão um bocadinho afetados”, declara.

Os referidos bombeiros regressaram a casa, para “descansar e recomporem-se”, pois é uma situação “que afeta psicologicamente”, conclui.

 

Foi iniciado o processo de ampliação da classificação e consequente redenominação, da Igreja do Senhor Jesus da Piedade, em Assunção, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso (Elvas, Portalegre), para Santuário do Senhor Jesus da Piedade, como publicado em Diário da República, esta sexta-feira, dia 18 de agosto.

A classificação da então igreja como santuário abrange os bens imóveis localizados no seu redor (até 50 metros dos seus limites externos).

A nova designação entrará em vigor, mediante publicação da respetiva portaria de classificação, no Diário da República, segundo a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

Classificada como Monumento de Interesse Público, em 2014, a Igreja do Senhor Jesus da Piedade, apresenta-se como um dos mais significativos exemplos das experiências barrocas do reinado de D. João V, tendo sido edificada em 1753, em substituição de uma capela de 1737.

Entre 1 janeiro e 7 de agosto de 2017, os acidentes rodoviários provocaram 23 mortos, nos 3 distritos alentejanos, segundo dados divulgados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Reunindo dados da PSP e da GNR, a ANSR contabiliza menos 3 vítimas que no período homólogo de 2016, e menos 16, que no mesmo período de 2015.

Segundo as estatísticas, o distrito de Beja regista o maior número de vítimas, com 11, mais uma que no mesmo período de 2016, mas menos 13 que no período homólogo de 2015.

O distrito de Portalegre, por sua vez, registou 6 vítimas mortais até ao dia 7 de agosto, tendo registado 10 em 2016, e 7 em 2015.

Évora é o distrito que regista a menor taxa de mortalidade em acidentes rodoviários, no período compreendido entre o dia 1 de janeiro e 7 de agosto, com 6 vítimas registadas tanto em 2016 como em 2017, e 8 no período homólogo de 2015.

No referido período do presente ano, o número total de sinistros da região é de 2657 (Beja 1215, Évora 873 e Portalegre 569). Comparativamente ao período homólogo de 2016, foram registados mais 66 acidentes rodoviários.

Relativamente aos feridos graves, foram registados menos cinco vítimas que no ano anterior, nos três distritos, totalizando 133 registos, sendo que 50 deles resultaram de acidentes ocorridos no distrito de Beja, 36 no distrito de Évora e 47 no distrito de Portalegre.

Os dados apresentados pelo ANRS relativamente à sinistralidade rodoviária, referem-se a vítimas, cujo óbito foi declarado no local do acidente ou a caminho do hospital.

Sexta-feira, dia 18 de agosto, o governo decretou o estado de calamidade pública, em 15 distritos de Portugal: Bragança, Guarda, Vila Real, Viseu, Aveiro, Beja, Braga, Coimbra, Faro, Leiria, Portalegre, Porto, Santarém e Viana do Castelo, abrangendo um total de 155 concelhos, visando a prevenção face ao risco de incêndio.

Anunciada por António Costa, na presença de vários outros ministros, a Declaração de Calamidade compreende o período entre as 14 horas do dia 18 de agosto (sexta-feira) e as 24 horas do dia 21 de agosto (segunda-feira).

No distrito de Portalegre, encontra-se em estado de calamidade pública, os concelhos de Castelo de Vide, Gavião, Marvão, Nisa e Ponte de Sor. No distrito de Beja, foi decretada calamidade pública, nos concelhos de Almodôvar, Mértola e Odemira.

Tendo em consideração as previsões meteorológicas para o presente fim-de-semana, no qual o risco de incêndio é extremamente elevado, particularmente nas zonas supramencionadas, o governo determina a adoção de medidas preventivas, entre as quais a proibição total da utilização de fogo de artifício ou outros artefactos pirotécnicos, a proibição da utilização de máquinas de combustão (interna ou externa) em espaços rurais, assim como a utilização de motorroçadoras e semelhantes em trabalhos nos espaços florestais, e a proibição do acesso a espaços florestais, previamente definidos nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFC).

O Despacho Conjunto de Declaração de Calamidade, decreta ainda o aumento do nível de prontidão e mobilização das equipas de vigilância e de resposta, aprovando também medidas de caráter excecional, como a dispensa de trabalhadores dos sectores público e privado, que integrem o dispositivo de combate aos incêndios, como bombeiros voluntários.

As campanhas eleitorais às Autárquicas 2017, nos 14 concelhos do distrito de Évora, apresentam um orçamento total de 1 091 185,27 €, segundo dados da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos.

Segundo consulta dos mesmos, as campanhas da CDU em Évora e Montemor-o-Novo, apresentam o maior custo, estando orçamentadas em 68 000 €, cada, seguindo-se a campanha do mesmo partido, em Vendas Novas, orçamentada em 60 000€, e o PS de Vendas Novas, com orçamento de 43 000 €.

Por outro lado, em termos de menores orçamentos para a campanha eleitoral para as Autárquicas 2017, surge o CDS/PP, de Alandroal e de Mora, com 350,00 € de orçamento, cada, seguindo-se CDS/PP de Reguengos de Monsaraz, Viana do Alentejo e Vendas Novas com um orçamento de 500,00 € cada, e o PAN de Évora com 810,09 €.

 

ALANDROAL

 

CDS/PP

350,00 €

CDU

20 000,00 €

PS

22 436,00 €

DITA

27 076,12 €

PSD

5 679,00 €

 

 

ARRAIOLOS

 

BE

2 958,27 €

PS

17 646,00 €

PPD/PSD

4 938,04 €

CDU

35 000,00 €

 

 

BORBA

 

PPD/PSD

7 362,00 €

MUB

9 750,00 €

BE

2 958,27 €

PS

12 022,00 €

CDU

20 000,00 €

 

 

ESTREMOZ

 

PPD/PSD - CDS/PP

10 174,05 €

MiETZ

40 298,00 €

CDU

25 000,00 €

PS

29 713,00 €

 

 

ÉVORA

 

PAN

810,09 €

BE

11 158,07 €

PS

30 518,00 €

PPD/PSD

23 775,24 €

CDS-PP.MPT.PPM

5 650,00 €

CDU

68 000,00 €

 

 

MONTEMOR-O-NOVO

 

PS

32 562,00 €

PPD/PSD

11 318,85 €

CDS/PP

5 000,00 €

CDU

68 000,00€

 

 

MORA

 

CDS/PP

350,00 €

PPD/PSD

6 112,96 €

PS

15 000,00 €

CDU

40 000,00€

 

 

MOURÃO

 

PS

25 792,60 €

PPD/PSD

5 521,05 €

CDS/PP – MPT - PPM

5 000,00 €

CDU

12 000,00 €

 

 

PORTEL

 

PS

33 430,00 €

CDU

32 000,00 €

PPD/PSD - CDS/PP

6 919,00 €

 

 

REDONDO

 

PS

11 204,00 €

PPD/PSD – CDS/PP

7 135,00 €

MICRE

26 274,90 €

CDU

12 000,00 €

 

 

REGUENGOS DE MONSARAZ

 

PS

38 000,00 €

PPD/PSD

8 658,45 €

CDS/PP

500,00 €

CDU

20 000,00 €

 

 

VENDAS NOVAS

 

PS

43 000,00 €

PPD/PSD

8 565,21 €

CDS/PP

500,00 €

CDU

60 000,00 €

 

 

VIANA DO ALENTEJO

 

PS

32 387,00 €

PPD/PSD

5 426,79 €

CDS/PP

500,00 €

CDU

25 000,00 €

 

 

VILA VIÇOSA

 

PPD/PSD – CDS/PP

7 793,31 €

PS

14 462,00 €

MUC

16 500,00 €

CDU

21 000,00 €

O incêndio de Belver (Gavião, Portalegre), que começou na tarde de quinta-feira, dia 17 de agosto, e que entrou em fase de resolução na manhã de hoje, sexta-feira, dia 18 de agosto, reativou na mesma tarde, por volta das 15h45.

A reativação do incêndio levou à retirada de 150 pessoas de duas aldeias, assim como à evacuação da aldeia de Cadafaz e da praia fluvial do Alamal (ambas concelho de Gavião).

Os moradores das aldeias de Torre Cimeira e Torre Fundeira, que desde a fase inicial do incêndio se encontravam ameaçadas pelas frentes ativas, foram encaminhados para as instalações do lar de idosos de Belver e para a Santa Casa da Misericórdia de Gavião.

Segundo dados da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), o combate às chamas mobilizava, às 16h25, um total de 227 operacionais, apoiados por 77 viaturas.

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