A saída de Domingues da CGD, o plano para cortar em pessoal e balcões e a tripla penalização nas pensões, no comentário de Carlos Zorrinho no dia 29 de novembro (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 29 novembro, 2016

O eurodeputado Carlos Zorrinho no seu comentário desta terça-feira, dia 29 de novembro, falou sobre a saída de António Domingues da CGD, o plano para cortar em pessoal e balcões que ia ser apresentado amanhã e as pensões que arriscam tripla penalização.

Sobre a saída de António Domingues da CGD por temer, segundo avança hoje a imprensa escrita, um bloqueio à reestruturação da Caixa, Carlos Zorrinho diz que “não há uma segunda oportunidade para causar uma boa primeira impressão e esta administração da Caixa, não pondo em causa a sua competência técnica, deixou-se envolver num conjunto de processos sobre a entrega, ou não, das suas declarações de rendimentos e património que criou na sociedade portuguesa um conjunto de anticorpos”.

Acrescenta que a “administração de um banco deve ser o mais discreta e técnica possível e esta jamais seria”, compreendendo a decisão de António Domingues.

Relativamente ao plano que iria ser apresentado amanhã para cortar em pessoal e balcões, o eurodeputado refere que “não devemos perder o essencial” e para Carlos Zorrinho “o essencial é que a Caixa seja recapitalizada e não seja privatizada (…)”.

As pensões que arriscam tripla penalização também foram abordadas pelo eurodeputado que afirmou que essa situação se deve à regra da sustentabilidade em que a partir do momento em que a esperança de vida sobe, de uma forma automática, recalcula”.

Salienta que para podermos mais tarde termos reforma, “o sistema tem que ser sustentável (…)”.

 

 

 

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