A tomada de posse de António Guterres, as declarações de Guilherme Silva, e as decisões de Passos, pouco antes de sair do Governo, no comentário de Costa da Silva no dia 12 de dezembro (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 12 dezembro, 2016

A Rádio Campanário conta desde esta segunda-feira, dia 12 de dezembro, com um novo elemento no seu painel de comentadores.

A partir desta segunda-feira, e todas as semanas neste dia, a esta Estação Emissora, o deputado António Costa da Silva, eleito pelo circulo de Évora do PSD à Assembleia da República, comenta os temas da atualidade.

A tomada de posse de António Guterres como Secretário-geral da ONU, o congelamento dos alertas das Finanças até perto das eleições, em que pareceres que mostravam aumento das imparidades no banco publico, estiveram seis meses na gaveta e só foram despachados a 15 dias das legislativas e a entrega à pressa de diamantes a Angola, num negócio ruinoso para o país e em que, segundo se lê na imprensa, Portugal vendeu por 121 milhões, mas abaixo da avaliação, tendo o acordo sido assinado quatro dias antes de coligação PSD/CDS cair. Foram ainda comentadas as declarações do ex-presidente da bancada parlamentar, Guilherme Silva, que diz que “se for necessário mudar de líder lá terá de acontecer”.

Sobre a tomada de posse de António Guterres como Secretário-geral da ONU, António Costa da Silva diz que é uma grande honra para Portugal porque essa “é uma das missões mais importantes que qualquer estadista pode ter”. Acrescenta que “desde a primeira hora em que o engenheiro Guterres apresentou a sua candidatura, o PSD manifestou a sua total disponibilidade para apoiar a sua vontade, a sua motivação, porque no fundo é também um projeto para Portugal (…)”.

Relativamente ao congelamento dos alertas das Finanças até perto das eleições, em que pareceres que mostravam aumento das imparidades no banco publico, estiveram seis meses na gaveta e só foram despachados a 15 dias das legislativas, o deputado expressa que “é completamente absurdo”, salientando que “nós já sabemos como funcionam essas noticias”. Em relação à CGD, “a questão central passa essencialmente por um processo que está a decorrer de há algum tempo para cá, desde as primeiras nomeações que foram feitas e que agora se demitiram, os ordenados chorudos que essas administrações tiveram, ou têm, ou vão ter, mas também aqueles 3 milhões de euros de que pouca gente fala, de estudos e projetos que ninguém sabe bem quem é que os pagou (…)”.

O deputado, convidado a comentar a entrega à pressa de diamantes a Angola, num negócio ruinoso para o país, diz que não tem informação sobre esta matéria, mas acha muito estranho, “de qualquer forma espero para ver no que é que vai dar (…)”.

No que diz respeito às declarações do ex-presidente da bancada parlamentar, Guilherme Silva, em que assegura que “se for necessário mudar de líder do PSD, lá terá de acontecer”, Costa da Silva expressa que irão aparecer “muitos protagonistas a querer dar a sua opinião sobre tudo e sobre nada”, salientando que neste momento o que considera importante “é que temos garantidamente um líder eleito até 2018 e isso é incontestável e quem quisesse ter vindo a jogo, devia ter vindo em determinada altura, porque teve essa oportunidade e não veio (…)”.

 

 

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