António Costa da Silva diz que “a maioria dos socialistas não se revê” no caminho á esquerdo optado pelo governo (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 06 fevereiro, 2017

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 6 de Fevereiro de 2017, falou inicialmente sobre as afirmações de Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP, ao dizer que os compromissos assinados no acordo parlamentar são mínimos e não consideravam matérias fundamentais, indicam a sua insatisfação. O deputado disse também que o Governo já tomou as “medidas fáceis” e que ao entrar na fase das reformas sente-se logo dificuldades com os parceiros, exemplificando com a TSU e mais recentemente a municipalização da Carris em que o PCP não concordou e pediu uma apreciação do diploma.

Ainda sobre a municipalização da Carris, o deputado disse “o que se pede no mínimo é que se organizem antes de avançarem com o diploma” indicando que “se o acordo era mínimo significa que mentiram aos Portugueses” e que “se o acordo mínimo circula sobre as medidas simpáticas para os portugueses não há aqui uma solução definitiva em termos governativos”.

O deputado disse, sobre a longevidade do acordo parlamentar por mais 10 anos, que “faz todo o sentido que se tentem organizar a longo prazo” referindo que é um caminho o mais á esquerda possível em que “a maioria dos socialistas não se revê”.

António Costa da Silva disse também sobre a venda do Novo Banco que parte dos partidos que suportam o Governo entendem que deve ser nacionalizado e referiu as afirmações do Ministro das Finanças que ao dizer que é melhor vender “está a tentar arranjar uma justificação aos parceiros para entregar o banco, o estado não ficar com nenhuma despesa e os contribuintes não serem remunerados”.

No final do seu comentário o deputado comentou a candidatura de Marine Le Pen, da extrema-direita francesa, dizendo “é tudo o que não queremos” por ela não querer a França na Europa, colocando a União Europeia em grande risco. Disse também que as vozes que se aproximam de algum populismo, com discurso fácil, acabam por ser apoiados pelas pessoas descontentes.

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