António Costa da Silva em análise aos resultados do PSD diz que “a responsabilidade vem debaixo para cima”, no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 02 outubro, 2017

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 2 de Outubro, começou por falar sobre o ato eleitoral que se realizou a 1 de Outubro, sobre o qual, afirma que os social-democratas foram “um dos perdedores da noite, senão o principal perdedor”.

O deputado, confessou que “não esperava” este resultado para o PSD, considerando que o resultado em termos gerais “foi muito negativo” devido aos objetivos traçados, que seria de “aumentar o número de câmaras”.

António Costa da Silva diz-se “solidário” com Pedro Passos Coelho após este resultado eleitoral, distanciando as decisões das concelhias locais em escolher os candidatos, razão pelo qual afirma que “a responsabilidade vem debaixo para cima”.

No que diz respeito ao resultado do Partido Socialista, reconhece uma “vitória esmagadora, e tem que ser reconhecida”, sublinhando “mérito” da sua liderança e das escolhas locais.

Questionado sobre a influência deste ato eleitoral no acordo governamental, António Costa da Silva diz que, na sua opinião, “a geringonça vai querer manter algum equilíbrio”.

“A correlação de forças sai fragilizada e o poder negocial de alguns partidos, principalmente a CDU, é muito mais frágil”, indicou o comentador da RC, acrescentando que é “espectável” que os Partidos que compõem o acordo governamental “funcionem dentro da normalidade até um processo eleitoral no prazo normal”.

António Costa da Silva, candidato à Câmara de Évora neste ato eleitoral, refere que um dos objetivos “era que a câmara perdesse a maioria absoluta”, não tendo sido alcançado, vai assumir o único cargo de vereador no município.

“O PSD hesitou nas suas escolhas”, afirmou o deputado, referindo que em Lisboa o resultado dos sociais-democratas “não é nada simpático”, e o resultado da candidatura de Assunção Cristas pelo CDS-PP “é o único sitio onde surpreende muito”.

No que diz respeito ao refendo em Espanha sobre a independência da Catalunha, António Costa da Silva declara que “se esse processo não tiver uma negociação pelo meio, corremos o risco de haver uma desintegração do Estado espanhol”.

Fazendo referência ao “clina de violência” registado no passado dia 1 de Outubro em Espanha, António Costa da Silva indica que o que se perspetiva “é pouco positivo”, onde “podemos entrar numa situação de colapso de uma nação”.

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