“As pessoas estão cheias de razão” diz António Costa da Silva sobre lesados do BANIF, no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 20 março, 2017

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 20 de Março de 2017, começou por falar dos lesados do BANIF, em torno de uma manifestação levada a cabo hoje em frente ao edifício do Santander Totta em Lisboa, dizendo que “tivemos uma situação em que os lesados do BES persistentemente reclamavam por alguma solução, aquilo que se veio a passar mais recentemente no BANIF acaba por ser uma situação idêntica”.

“As pessoas estão cheias de razão porque durante vários anos foram-lhes vendendo um conjunto de produtos financeiros que se vieram a verificar como sem qualidade”, afirmou o Comentador da Rádio Campanário, “agora sentem que têm o direito de recuperar aquilo que ilicitamente lhes foi retirado” e acrescentou, “num pais que funcionasse normalmente, seriam os tribunais a resolver isto, mas infelizmente nós sabemos como é que funciona a nossa justiça”.

Em torno das notícias que dão conta que o PSD, o CDS e o PCP estão a tentar evitar o fecho de balcões da Caixa Geral de Depósitos, o Comentador António Costa da Silva referiu que “ninguém conhece o plano de restruturação da CGD”, sublinhou que “estamos a falar de 200 e tal balcões, estamos a falar de cerca de 2200 pessoas, se é isso, é dramático”.

“O que nós vamos vendo, é uma opacidade enorme, um esconder de verdades que são fundamentais para os portugueses e decisiva para todos os territórios”, afirmou António Costa da Silva e acrescentou, “queremos saber a afetação que tem nos territórios de baixa densidade”.

No final do seu comentário, o Comentador da Rádio Campanário, António Costa da Silva indicou que “temos situações, que ainda vamos verificar o que é que isto vai dar na justiça, altamente lesivos para os nossos bolsos (…) e que ninguém corrigiu”, “se fosse um banco que respeitasse a normalidade dos financiamentos, em que fosse devidamente vigiado pelo sistema político, seria um banco que funcionasse diante da normalidade” e afirmou “Com os empréstimos que foram efetuados, com as aldrabices que ali foram realizadas ao longo dos anos, deu num banco que tem imparidades gigantescas”.

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