Carlos Zorrinho diz que “já atingimos o limite” na carga fiscal, no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 18 abril, 2017

O eurodeputado Carlos Zorrinho no seu comentário desta terça-feira, dia 18 de Abril, começou por falar das recentes notícias que indicam que os professores de colégios se dizem excluídos de concursos para o ensino público segundo declarações da Federação Nacional de Educação, dizendo que “se é um problema com a plataforma, obviamente que ele deve ser corrigido”.

“Todas as pessoa devem ter a possibilidade de beneficiar da lei”, refere o Comentador da Rádio Campanário e acrescenta ainda que “um concurso é isso mesmo, é todos aqueles que podem concorrer devem poder concorrer, e a escolha deve ser feita de acordo com critério de objetivos”.

Em torno das notícias que mencionam uma promessa do Governo em cumprir a regra da dívida pública 14 anos mais cedo, o eurodeputado começou por indicar que “o caminho é apertado, mas não há outro”.

“Se formos mostrando a quem nos empresta, que estamos a cumprir e que cumprimos, conseguiremos financiamentos mais baratos”, refere o Comentador e diz ainda que se o Governo conseguir cumprir nos primeiros anos “é mais fácil cumprir nos anos seguintes”.

Ainda sobre o mesmo tema, Carlos Zorrinho avança que “o grande problema das nossas contas públicas, hoje, são os mais de 10% do PIB que nós pagamos para pagar juros”.

Acerca da redução da dívida pública se poderá ocorrer sem cortes, o Comentador Carlos Zorrinho começou por referir que “o que nós vimos no último ano, foi sobretudo, aquilo que o Governo anterior tinha proposto fazer e não o fez”.

Segundo o eurodeputado, foi “a redução, o chamado corte das gorduras, e não o corte dos salários e o corte das pensões”, por um lado “podemos ser mais eficientes na maneira como gastamos o dinheiro de todos” e por outro se a economia continuar a dar sinais de renascimento, também é importante que haja um aumento da receita”.

O Comentador da RC diz ainda que a receita pode vir de duas maneiras, e “há uma que eu acho que já atingimos o limite, que é a carga fiscal”, “mas o valor da cobrança, decorrente do aumento da atividade económica, isso não aumenta a carga fiscal por pessoa ou por empresa, e é uma forma saudável de equilibrar as contas”, mencionou já no final do seu comentário.

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