Carlos Zorrinho diz sobre Panama Papers “Ou anunciaram aquilo que não tinham ou tinham coisas que não anunciaram”, no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 21 fevereiro, 2017

O eurodeputado Carlos Zorrinho no seu comentário desta terça-feira, dia 21 de Fevereiro, começou por falar sobre a posição do PCP acerca da venda do Novo Banco, dizendo que “o PCP pela sua própria natureza e ideologia defenderia a nacionalização de toda a banca” e acrescentou “eu sou contra a que o Estado aliene recursos pagando a privados para ficarem com esses recursos, mas se houver um fundo que possa gerir o banco minimizando as perdas daquilo que foi a péssima gestão que o Governo anterior e também os próprios gestores fizeram”.

Sobre o custo da venda do Banco, o eurodeputado disse que “importa é que haja uma boa gestão do Novo Banco, que se minimizem os despedimentos e que não haja mais encargos para o horário público” e afirmou de seguida “eu não estaria de acordo, á partida, que o risco desta operação corresse por parte do Estado”.

Quanto ao requisito da Lone Star em obter uma garantia do Estado na compra do banco, Carlos Zorrinho afirmou que “se se mantiver a garantia, a posição do PCP tem um pouco mais de sentido, se não houver garantia essa solução parece-me bastante boa”.

Acerca de fugas fiscais, Carlos Zorrinho disse que “nós temos uma boa administração fiscal mas também temos redes pelo mundo inteiro de empresas que são especializadas em criar esses endereços fictícios para chegar o dinheiro”.

No final do seu comentário, o eurodeputado Carlos Zorrinho falou ainda sobre o já distante caso Panama Papers, dizendo que “os jornais anunciaram a operação e os dados que tinham com grande pompa e circunstância”, e para terminar referiu que “ou anunciaram aquilo que não tinham ou tinham coisas que não anunciaram”.

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