CGD em vez de encerrar agências “mais valia que investisse na cobrança dos dinheiros que andou a emprestar”, diz Maria Helena Figueiredo no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 05 maio, 2017

A Coordenadora Distrital de Évora do Bloco de Esquerda (BE), Maria Helena Figueiredo, no seu comentário desta sexta-feira, 5 de Maio, começou por falar das notícias que referem a reforma antecipada para 18 mil trabalhadores, dizendo que “este é um primeiro passo, mas vamos continuar a nossa pressão para que possa ser feita uma revisão da lei”.

Segundo a Comentadora da Rádio Campanário “é sempre bom ver o reconhecimento deste direito, mas não podemos ficar satisfeitos” e diz ainda que os trabalhadores “devem fazer pressão também”.

Mencionando a atribuição de incentivos financeiros á Banca, a empresas que fogem ao fisco, benefícios fiscais ou a empresas que beneficiam das malfeitorias dos sistemas, Maria Helena Figueiredo diz que “é bom que a visão do Governo se vire mais para a atribuição desses milhões a quem trabalha”.

Sobre o mesmo tema e em torno das noticias que indicam que este novo regime de pensões custará 333 milhões de euros, a Comentadora da RC diz que o Estado “provavelmente, tem que fazer uma gestão diferente” do dinheiro da Segurança Social e também é importante que o Governo “olhe para a forma como estes descontos são feitos e reorganize as contribuições”.

Em torno das provisões do Banco de Portugal “são almofadas financeiras para situações criticas” e segundo a Coordenadora Bloquista “não é preciso 5 almofadas”, porque se pode ter “os cofres do Banco de Portugal cheios de dinheiro e país na maior miséria”.

Em abordagem ao encerramento da agência da Caixa Geral de depósitos (CDG) em Almeida, Maria Helena Figueiredo começa por referir, “não vamos pensar que neste país tudo pode ser feito pela via da Internet nem com uma Caixa de Multibanco”.

Segundo a Comentadora “a poupança de recursos financeiros em meia dúzia de agências (…) são custos elevadíssimos para o país”, a CGD “não pode ser gerida com a mesma lógica de um banco privado” e na sua opinião “mais valia que a gestão da Caixa investisse na cobrança dos dinheiros que a Caixa andou a emprestar sem garantias”.

No final do seu comentário, Maria Helena Figueiredo falou um pouco sobre as eleições francesas dizendo que a Europa “nas está a atravessar uma fase que nos possa deixar despreocupados” e isto resulta da “incapacidade dos Governos e da própria União Europeia de responderem aos verdadeiros anseios das populações”.

Referindo-se a Marine Le Pen como “alguém com politicas ditatoriais”, terá Emmanuel Macron que ser visto “como o mal menor”.

A terminar, Maria Helena Figueiredo enumerou várias problemáticas que têm existido por toda a Europa e diz que “a ultima vez que isto aconteceu, acabou mal para a Europa, acabou com guerra” e as pessoas “umas esqueceram-se e outras porque não viveram, não imaginam que isso seja possível”.

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