Fundamental”, “crítico” e “estratégico” a construção da linha férrea Sines – Caia, diz Carlos Zorrinho no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 30 maio, 2017

O eurodeputado Carlos Zorrinho no seu comentário desta terça-feira, dia 30 de Maio, começou por falar sobre o troço ferroviário entre Évora e Elvas, que integra a linha de mercadorias Sines-Caia, dizendo que “é importante que o diálogo prossiga”.

O Comentador da Rádio Campanário espera “que finalmente essa linha se concretize”, mencionando a competição de outros portos e meios de transporte, e quanto ao porto de Sines “tem muito a ganhar em ser uma porta da Europa”.

“Temos tudo a ganhar”, diz o eurodeputado, considerando ser “fundamental”, “crítico” e “estratégico” esta linha férrea, sublinhando que “devia estar construída á muitos anos” e que “seja para 2020 e não se atrase mais”, resolvendo o problema em concreto com a passagem por Évora.

Em torno dos lesados do Banco Espirito Santo (BES), em que 97% dos mesmos aceitaram o modelo de resolução que consiste na compensação de 75% do valor investido, Carlos Zorrinho diz que “pouco a pouco” o Governo “está a arrumar a casa”.

Segundo o Comentador da RC “a casa estava muito desarrumada e continua a estar relativamente frágil na área da banca”, sublinhando a informação, transparência e muito controlo, referindo que “temos que fazer tudo para evitar que novas circunstâncias similares aconteçam”.

Sobre as declarações de Mário Centeno em torno do IRS e o descongelamento das carreiras, Carlos Zorrinho diz que até Outubro, em que será apresentado o orçamento para 2018, “é normal que até lá haja debate com os sindicatos.

O eurodeputado está “convencido” que até Outubro se irá chegar a “um acordo que não agrade a todos, mas será um bom acordo para todos”.

Sobre a oposição acusar o Governo de não ser muito transparente nesta matéria, o Comentador diz que o que a oposição queria é o Governo “anunciasse já tudo e todo o pais em é de guerra e se deixasse cair tudo aquilo que foi conquistado com tanto trabalho”.

Carlos Zorrinho diz que é preciso “dialogar”, “ter paciência” e “saber servir um tecido forte, para podermos ir avançando”, frisando que “temos tempo” e não vale a pena “precipitações”.

Quanto às palavras do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que veio a público reconhecer que o mérito se deve aos dois Governos, o eurodeputado diz ser “óbvio que o Governo anterior não fez tudo mal, mas tinha uma estratégia errada, isso é claro”.

Segundo Carlos Zorrinho, vender e baixar salários era uma “estratégia que estava errada”, em que “este Governo com uma estratégia oposta (…) colocou a economia muito mais saudável”, mas sobretudo “as portuguesas e os portugueses, que têm uma grande resiliência e é a eles que se deve o grande mérito deste ressurgimento”.

Carlos Zorrinho falou ainda em torno das eleições autárquicas, dizendo que são eleições, cada vez menos, a partir das quais “se possa fazer grandes inferências para as legislativas”.

A terminar, o eurodeputado falou sobre o não debate da Central de Almaraz na Cimeira Ibérica, dizendo que “não é necessariamente um tema que tenha que ser debatido na cimeira”.

“A cimeira normalmente é para fechar grandes projetos”, refere o eurodeputado, acrescentando não achar “estranho”, mas considera “pouco, aquilo que foi divulgado em relação ao acordo entre os dois países”.

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