Maria Helena Figueiredo diz que o seu Partido “é uma força limitada”, no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 07 abril, 2017

A Coordenadora Distrital de Évora do Bloco de Esquerda (BE), Maria Helena Figueiredo, no seu comentário desta sexta-feira, 7 de Abril, começou por falar da greve dos funcionários do INEM que apresentam problemas nas carreiras e excesso de trabalho extraordinário como motivos para o protesto, mencionando que “é uma luta justa”.

“Faz parte das obrigações da entidade patronal criar as condições, para que a justa e legar retribuição seja paga”, indicou a Comentadora da Rádio Campanário e acrescentou, “o Governo tem que intervir, tem que fazer cumprir aquilo que é justo”.

Sobre a influência do Bloco nas decisões políticas, Maria helena Figueiredo reconheceu que o seu Partido “é uma força limitada”, no entanto disse ainda que “se queremos novas politicas temos que desequilibrar de uma forma mais intensa esta correlação de forçar”.

Em muitas das manchetes da imprensa internacional aparece o bombardeamento ordenado por Donad Trump a uma base aérea do Regime Sírio, sobre esse tema a Bloquista diz que “há uma grande falta de coragem política de fazer face a interesses económicos particulares”.

“Trump fez o que todos nós sempre tememos, o lançar de iniciativas de guerra descontroladas” referiu, e afirmou logo de seguida que “estamos na mão de um conjunto de pessoas que de pensamento têm muito pouco”.

Mediante esta situação podemos ter “uma intensificação de terrorismo na europa, um aumento de conflito em toda aquela zona, podemos ter hostilidade entre os EUA e a Rússia”, enumerou a Comentadora da RC, terminando a dizer que “a comunidade internacional tem obrigação de se levantar na defesa dos povos agredidos, mas é a comunidade internacional não é os Estados-Unidos”.

Já no final do seu comentário, a Comentadora Maria Helena Figueiredo falou sobre as recentes notícias que admitem a possibilidade de um novo empréstimo ao Fundo de Resolução do Novo Banco, dizendo que é um “mau negocio para o povo português”.

Na opinião da Comentadora e do seu Partido “assumindo esse risco, é preferível fazer esse investimento no Novo Banco do que ter que fazer o pagamento de quase 8 mil milhões para ficarmos sem o banco e com os encargos”.

Segundo os Bloquistas a melhor resolução para este caso é mesmo a nacionalização, Maria Helena Figueiredo referiu que nas contas do Partido, e a verificar-se essa situação, “poderíamos ter no curto prazo um reforço capital da ordem dos 4 mil milhões de euros, que é muito dinheiro, mas é substancialmente menos do que os 8 mil milhões que se podem prefigurar”.

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