Ministro das Finanças “deve estar um pouco aflito” com os requisitos do próximo ano, diz António Costa da Silva no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 17 abril, 2017

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 17 de Abril de 2017, começou por comentar as recentes notícias em torno da igualdade salarial, em que o Estado pondera penalizar quem pagar menos às mulheres, dizendo que “existem, neste momento, um conjunto de iniciativas parlamentares que vão no mesmo sentido”,

“Essa proposta é positiva”, afirmou o Comentador da Rádio Campanário e diz ainda que “se alguém for penalizado pelo sexo, deve ser penalizado quem faz essa opção”.

Segundo o deputado, “há grandes desigualdades, isso não há dúvida nenhuma (…) mas temos vindo a melhorar aos poucos”, “isto é, aos poucos, porque a nossa sociedade é tradicionalmente machista, e isso muda-se”, referiu António Costa da Silva.

“Às vezes não se consegue mudar só por si (…) mas às vezes um bocadinho mais á força, á força é através da lei”, disse o Comentador da RC.

Em torno das notícias que dão conta que o Ministro das Finanças conta com juros para pagar exigências da Esquerda, o deputado António Costa da Silva começou por indicar que o Governo “optou por duas soluções para cumprir os requisitos da sua governação, para ter entendimento com o partido da Esquerda (…) mas agravou a divida pública”.

“Mais tarde ou mais cedo, vamos ter um impacto negativo, ou muito negativo, na economia”, referiu o deputado e acrescentou ainda que “nós já vivemos isso no passado e não estamos a falar do diabo, estamos a falar de pagar divida pública que está a agravar”.

Segundo António Costa da Silva, “o Governo tem contraído divida pública de uma forma muito agressiva, para cumprir os tais requisitos” e o Ministro das Finanças “deve estar um pouco aflito como é que vai cumprir os requisitos do ano que vem”.

No final do seu comentário, António Costa da Silva falou sobre o reforço de poderes do Presidente da Turquia, dizendo que “nós estamos em risco de ter uma nova ditadura na Turquia, aqui mesmo a entrada das portas da Europa”.

“Corremos o risco, de em poucos anos, transformar a Turquia num pais Ocidental (…) a entrar numa onda ditatorial e até com algum radicalismo religioso”, referiu o Comentador da RC e acrescentou ainda que “vamos passar por um regime presidencialista na Turquia, em que são dados demasiados poderes ao Presidente da República, este pode fazer o que quiser com os Governos e com os parlamentos, sendo que, ele pode ficar na governação até 2029”.

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