“Não há nada que justifique as mentiras, mas vamos perceber o que é que levou a mentir” diz António Costa da Silva sobre Mário Centeno no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 13 fevereiro, 2017

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 13 de Fevereiro de 2017, falou sobre as reações às declarações do Presidente da República onde disse “não me parece que o PSD esteja zangado” e afirmou “se o Presidente da Republica defende um Ministro que mente descaradamente aos Portugueses, deixa-nos um pouco apreensivos”.

Sobre o futuro de Mário Centeno o deputado sublinhou ser fundamental esclarecer bem o assunto, “tirando o resultado efetivo daquilo que serão as suas afirmações, verdade ou mentira, mas já todos percebemos que é mentira”. Disse ainda que “não há nada que justifique as mentiras, mas vamos ainda assim perceber o que é que levou a mentir” e acrescentou que “um Ministro das Finanças que mente descaradamente, que aldraba os Portugueses, sobre uma matéria tão sensível de um sistema financeiro tão frágil põe em risco tudo o que é a sustentabilidade do sistema financeiro”.

Acerca dos emails enviados por António Domingues ao Ministério das Finanças, António Costa da Silva sublinhou a gravidade da situação, disse que “foi pedido ou enviado pela equipa da Caixa Geral de Depósitos, quando ainda estava no sistema privado, através de gabinetes de advogados uma proposta ao Governo para preparar a mudança da lei dos gestores públicos” e acrescentou que “não chegava ser um gabinete de advogados a preparar isso, como se agrava com o Primeiro-ministro aproveitar o período de férias de 2016 para aprovar uma lei que já sabíamos que ias ter estas consequências”.

Sobre as sondagens da semana passada favoráveis ao PS, o deputado disse que “devem ser aquelas sondagens que nós vimos quando António Costa derrubou o António José Seguro do Partido Socialista, lhe davam uma maioria absoluta” e que “têm a credibilidade que têm, como vimos no Brexit, com o senhor Trump e muitas outras “, e fez referência ao facto de muitas vezes as sondagens serem feitas por conta telefónica, onde hoje se utiliza maioritariamente o telemóvel.

No final do seu comentário, António Costa da Silva comentou as Autárquicas 2017 e referiu que os efeitos negativos desta governação poderão ser nocivos, que o elenco governativo e os partidos que o suportam na Assembleia da República fizeram acordo mínimos que permitiram aos portugueses beneficiarem das medidas mais simpáticas, e também “aquilo que foi um acelerar de recuperar de rendimentos das pessoas, poderá dar um voto de simpatia a esta coligação”, no final disse acreditar que os portugueses são inteligentes o suficiente para perceberem o que é bom ou mau para os seus filhos e netos.

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