18 janeiro, 2018
 

“Não podemos tomar a nuvem por juno”, diz Carlos Zorrinho sobre caso Raríssimas no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 12 dezembro, 2017

O eurodeputado Carlos Zorrinho no seu comentário desta terça-feira, dia 12 de Dezembro, começou por comentar o caso recentemente divulgado da instituição Raríssimas, em que a presidente é apontada por utilizar dinheiro em prol de uma vida de luxo, relembrando que “desde 2015 houve 1500 investigações a IPSS”, reforçando que a importância de serem realizadas “com grande detalhe”.

Destacando o trabalho das IPSS em Portugal, Carlos Zorrinho realça que em situações como estas “não podemos tomar a nuvem por juno”, expressando preocupação em que “as pessoas comecem a desconfiar em geral destas entidades que a grande maioria faz um trabalho rigoroso”.

Sobre a ligação do secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, à instituição em 2013, o eurodeputado socialista declara que “qualquer pessoa pode prestar o serviço a uma instituição sem saber que a presidente está a usar recursos de forma incorreta”, referindo que, na sua opinião, “não há qualquer correlação politica”.

Questionado sobre a divulgação e, consequentemente, uma investigação tardia dos acontecimentos, o Comentador da RC apela a que “as investigações sejam mais assertivas”, e refere que, muitas vezes, situações como estas “surgem quando as pessoas dentro das instituições se zangam e depois faz uma denuncia”.

Nas manchetes dos jornais surge a notícia de que o Brexit pode colocar em risco o lugar dos eurodeputados portugueses, sobre qual, Carlos Zorrinho refere que, na sua opinião, “não parece provável”.

De acordo com a sua análise, “o mais provável é que o número de eurodeputados portugueses se mantenha em 2019 e também em 2024”, atualmente com a representação de 21 eurodeputados o Parlamente Europeu.

Sobre o Brexit, Carlos Zorrinho referre que o Parlamento Europeu “vota esta semana uma resolução”, admitindo que “pode sempre haver uma reversão”, no entanto, “havendo um mandato democrático compete aos ingleses, eventualmente, decidirem não avançar”.

Segundo Carlos Zorrinho, a solução pretendida pela Europa “não define apenas as condições para que haja uma saída, o que a União Europeia tem que pagar como compensação como as garantias que tem que dar aos cidadãos do Reino Unido e das fronteiras”, trançando também “algumas linhas para um futuro acordo de cooperação, que não sendo uma apetência plena, seja positiva”.

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