No seu comentário semanal o eurodeputado Nuno Melo diz sobre a eutanásia que “se a questão tiver que ser discutida, tem que ser discutida no plenário dos portugueses” (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 02 fevereiro, 2017

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS/PP, no seu comentário desta quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017, falou sobre o crescimento da dívida pública, que cresceu 9,5 mil milhões de euros em 2016, dizendo que “só vem mostrar a vergonha do Sr. Primeiro-ministro, num dos últimos debates na Assembleia República, em que trata a dívida como se fosse uma anedota”. 

Nuno Melo acresce ainda que “Portugal tem, neste momento, a divida mais alta da União Europeia. Os socialistas tomaram de novo posse no Governo, a dívida voltou a disparar e voltou a crescer, diariamente, em níveis alarmantes. O anterior Governo reduziu o défice e a dívida na base de muito boas contas”. O eurodeputado afirma que “eu acho que o país está muito mal, Portugal vive momentos preocupantes, em que a divida começa a ser impagável, este Governo governa sem fazer contas.”

Questionado sobre a preocupação que a divida chegue aos 5% e seja mesmo insustentável, dado que segundo os economistas, cada português tem responsabilidade de 24 mil, Nuno Melo diz que “é um peso enorme para os portugueses e é uma responsabilidade, em larga medidas dos socialistas. Quando Eng. Sócrates chegou ao Governo, pouco mais de metade da riqueza produzida em Portugal, chegava para pagar a divida que Portugal tinha, quando o Eng. Sócrates saí do Governo, em 2011, Portugal tinha uma dívida que já superava os 108%, mas os portugueses têm memória curta.”

Quanto à questão dos partidos mais à esquerda insistirem na renegociação da divida, o eurodeputado afirma que “esta divida foi contraída pelos socialistas, com dinheiro gasto em conversa eleitoral, que muita gente validou nas urnas. Estes socialistas têm que encontrar maneira de pagar esta divida. Porque considero que começa a ser perverso que de cada vez que o PSD e CDS vão ao Governo, seja para pagar as dívidas que os socialistas fizeram.” 

No final do seu comentário o eurodeputado falou sobre o tema eutanásia, onde esclarece que “não se trata de morte assistida, trata-se de morte provocada. E o Estado não deve concentrar-se em patrocinar a morte de quem não quer viver mais, deve concentrar-se em dar condições para morrer com dignidade”. Relativamente à questão referendo, Nuno Melo, afirma que “todas as pessoas são legítimas em democracia, e eu sou um democrata. Gostava de ver este assunto morto já, no limite, se a questão tiver que ser discutida, tem que ser discutida no plenário dos portugueses. Cada português tem que ter o direito de dizer o que pensa”.

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