“Números artísticos para tentar demonstrar que as coisas estão melhores do que o que estão” no comentário semanal de António Costa da Silva (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 20 fevereiro, 2017

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 20 de Fevereiro de 2017, começou por falar das declarações do Primeiro-ministro sobre a economia nacional, dizendo que “se os resultados para a economia e para o pais forem verdadeiramente bons, nós estamos satisfeitos com isso”, e indicou que em 2016 “houve uma verba que foi paga ao FMI que era dinheiro que estava guardado pelo Estado Português para compensar a capitalização da CGD”.

Para concluir o tema, o deputado disse que os números apresentados pelo Governo são “números artísticos para tentar demonstrar que as coisas estão melhores do que o que estão”.

Acerca do investimento no pais, António Costa da Silva disse “eu acho que o índice de confiança aumentou nos consumidores, nos investidores basta ver as taxas de juro que nós pagamos para demonstrar que a confiança externa é reduzida”.

Sobre a integração dos trabalhadores precários do Estado referiu que “temos que ajustar as necessidades do Estado às necessidades da evolução da sociedade”, e referiu ser “legítimo que as Câmaras Municipais cumpram as suas necessidades, cumpram as necessidades das populações, contratando pessoas que têm efetivamente necessidade, e que cumpram para compensas esses serviços que as Câmaras têm que prestar”.

No final do seu comentário, o deputado António Costa da Silva sublinhou que “os contratos quando são limitados no tempo permite-nos dar essa flexibilidade de que se algo correr mal, se houver alguma necessidade orçamental, as coisas são muito mais flexíveis”.

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