Nuno Melo afirma à Rádio Campanário que os “bancos são empresas, portanto se não forem viáveis têm de fechar” (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 10 janeiro, 2017

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS/PP, no seu comentário desta quinta-feira, dia 5 de janeiro de 2017, falou sobre a compra do Novo Banco, o aumento das reformas e também sobre o aumento da idade da reforma.

Sobre o Novo Banco, Nuno Melo afirma-se contra as nacionalizações, dizendo que “aquilo que o estado deve garantir, é que os contribuintes não venham novamente a ser penalizados”, acrescentando que duvida muito “desta garantia do ministro, que o estado não terá que pagar por isto, a menos que acreditemos em milagres”. Uma das soluções apontadas pelo Eurodeputado para a venda do Novo Banco, prende-se com a venda na totalidade do banco, ou seja, quem o comprar, “adquira a atividade com potencial de lucro, mas também aquilo que são encargos”. Dando ainda a sua opinião pessoal sobre o tema, Nuno Melo afirma que “os bancos são empresas e em situações limite se não forem viáveis têm de fechar”.

Sobre os aumentos das pensões Nuno Melo diz que “uma certeza eu tenho, nós temos um governo que engana bem, porque o governo iniciou funções a dizer e a tentar praticar uma teoria de distribuição de rendimentos pelas famílias para aumentar o consumo e através disso resolver o problema da economia, mas em alguns casos a distribuição foi de cêntimos e na maior parte dos casos para a função publica, mas há pessoas que comigo falam e dizem que olham para o seu recibo e vêm menos do que tinha antes”.

Ouça de seguida o comentário completo do Eurodeputado Nuno Melo:

 

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