O acordo de concertação social mais vasto, as taxas de acesso a estradas nacionais e a banca, no comentário de Maria Helena Figueiredo no dia 16 de dezembro (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 16 dezembro, 2016

A coordenadora Distrital de Évora do Bloco de Esquerda (BE), Maria Helena Figueiredo, no seu comentário desta sexta-feira, dia 16 de dezembro, falou sobre o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa que quer acordo de concertação social mais vasto, com a Organização Internacional do Trabalho a recomendar subida do salário mínimo e aumento da negociação coletiva, a reavaliação das taxas de acesso a estradas nacionais pelo Governo e a venda do Novo Banco que derrapa para janeiro e Paulo Macedo arrisca-se a entrar na CGD com equipa a meio gás.

Sobre Marcelo Rebelo de Sousa querer acordo de concertação social mais vasto, Maria Helena Figueiredo diz que o BE defende o aumento do salário mínimo, “tivemos negociação com o Governo, não conseguimos fechar o acordo acima dos 557 euros, que esperemos que não haja nenhuma convulsão, mas achamos que é essencial repor rendimento às pessoas que só isso, poderá ajudar a que o motor da economia trabalhe mais rapidamente”.

Salienta que os 557 euros “é manifestamente pouco para os dias de hoje e as famílias têm muitas dificuldades em sobreviver com isso (…)”.

Relativamente à reavaliação das taxas de acesso a estradas nacionais pelo Governo, a coordenadora Distrital de Évora do Bloco de Esquerda expressa que não conhece a medida, mas “as medidas que se traduzam em agravamento, à partida, não subscrevemos e há de facto que fazer uma revisão em sentido oposto ao agravamento e com isso estamos perfeitamente de acordo (…)”.

Maria Helena Figueiredo comentou ainda a venda do Novo Banco que derrapa para janeiro e Paulo Macedo arrisca-se a entrar na CGD com equipa a meio gás, assegurando que a banca “tem sido um grande mal deste país, mas não só em Portugal, também noutros estados”. Salienta que “o peso desmedido dado à banca, a falta de controlo, a falta de regulação e a regulação deficiente não são meros acasos. Não podemos ser ingénuos e pensar que é apenas por incompetência. Há de facto um objetivo de não controlar em excesso a banca e desse descontrolo geral e dessa grande financialização decorrem situações como esta (…)”.   

 

 

 

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