“O país aumenta a sua dívida para recordes históricos”, afirma António Costa da Silva no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 04 setembro, 2017

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 4 de Setembro, começou por falar em torno das palavras de Pedro Passos Coelho, dizendo que “se alguém tem apelado para consensos para reformas estruturantes para o país tem sido o PSD”.

“Existem um conjunto de reformas importantes que o país necessita”, afirmou o deputado, sustentando como as áreas financeiras, saúde, justiça e educação, sobre as quais diz que “têm a ver com a base da sustentabilidade do país”.

Segundo as palavras do deputado social-democrata, o “interesse” de António Costa é “gerir o seu mediatismo e a sua popularidade”, acrescentando que “o Governo bate-se dia-a-dia com matérias pontuais que muitas delas são simpáticas”, referindo que “nunca dá a cara pelas mais difíceis”.

“Não há duvida que os portugueses estão mais confiantes e que os indicadores económicos estão melhores”, afirmou o deputado, referindo que “no ano passado o Governo conseguiu fazer com que o país crescesse menos que em 2015”.

Nas suas palavras, “esta governação de curto prazo permite algumas medidas de crescimento económico”, no entanto, o deputado questiona se “são sustentáveis”, indicando de seguida que “o país aumenta a sua divida para recordes históricos”.

No que diz respeito à política socialista na governação, “consegue obter resultados à custa de cortes fortes no investimento, que já têm efeitos nos incêndios e outras matérias”, acrescentado que “atingem os objetivos para Bruxelas, mas a custa de investimento estruturante e que devia estar a acontecer”.

Questionado sobre a influência das autárquicas, António Costa da Silva diz não sentir “a discussão da política nacional na discussão do dia-a-dia”, sustentando que as escolhas dos autarcas “tem a ver com as escolhas dos candidatos e com os projetos políticos”.

Em comentário sobre a tensão em torno da ameaça nuclear da Coreia do Norte, O Comentador da RC diz que “está a abusar significativamente da paciência internacional”.

Indicando que a forma mais simples de resolver estes problemas é a via diplomática, António Costa da Silva “duvida” que resulte, referindo que a única forma de atuar perante este país é “via ONU”.

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