Oposição “tem que dar prova de vida e agarra-se a estas coisas”, diz Carlos Zorrinho sobre nomeação de Lacerda Machado no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 13 junho, 2017

O eurodeputado Carlos Zorrinho no seu comentário desta terça-feira, dia 13 de Junho, começou por falar em torno da nomeação de Lacerda Machado para a administração da companhia aérea TAP, realçando que o “mais importante” é que a TAP “voltou a ter um controlo estratégico público, embora seja uma parceria com investidores privados”.

O Comentador da Rádio Campanário destaca também “uma grande confiança na TAP”, mencionando que os 5% de capital que estava disponível para os trabalhadores ter sido “completamente comprada, e com uma grande procura”.

Segundo o eurodeputado, Lacerda Machado “foi um daqueles que ajudou a preparar esta mudança estratégica”, acrescentando que na sua opinião é “normal” alguém que “acreditou” e “desenhou” o projeto fique no concelho de administração.

Carlos Zorrinho diz ainda que “menos normal, é aquilo que aconteceu no passado” em que “alguns membros de outros partidos, nomeadamente do PSD, que agora estão chocados com esta nomeação, houve pessoas que prepararam a privatização das empresas e depois foram para as empresas privadas”

Segundo o Comentador da RC “as coisas estão a correr bem” e a oposição “tem que dar prova de vida e agarra-se a estas coisas”, sublinhando que “seria estranho” que estivesse alguém á frente da TAP “que não concordasse com o projeto ou que estivesse ali para destruir”.

Sobre a gestão orçamental, no qual o Tribunal de Contas, segundo as recentes notícias, critica a gestão de contas, Carlos Zorrinho diz que o Tribunal de Contas “existe exatamente para isso”.

Segundo o Comentador da RC, o Tribunal de Contas tem que “olhar de uma forma técnica e burocrática para o cumprimento das normas”, referindo que na política “muitas vezes é preciso tomar decisões com algum nível flexibilidade”.

“Importante é que o resultado final foi bom”, o Tribunal de Contas, veio agora, indicar que “haviam outras estradas”, no entanto “desde que tenha ido por uma estrada legal, e não tenha ido em contramão é normal”.

A terminar o seu cometário, Carlos Zorrinho refere que “o papel do Tribunal de Contas” é “fazer uma análise exaustiva, algumas sugestões e algumas críticas”.

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