“Para limpar défices, más gestões e entregar a privados” não contam com o BE, diz Maria Helena Figueiredo no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 31 março, 2017

A Coordenadora Distrital de Évora do Bloco de Esquerda (BE), Maria Helena Figueiredo, no seu comentário desta sexta-feira, 31 de Março, começou por falar das novas medidas para o Pagamento Especial por Conta (PEC) que para já não está aprovada e o pagamento aproxima-se.

A Comentadora da Rádio Campanário diz sobre este assunto, “esperemos que o Governo e a autoridade tributária, rapidamente, ponham cá fora os documentos necessários a que as empresas beneficiem das alterações”, acrescentou que as empresas “terão direito a ser ressarcidas” e ainda que, “ninguém pode ser penalizado por omissões ou falhas da autoridade tributária”.

Sobre a venda do Novo Banco, Maria Helena Figueiredo referiu que “Portugal pretende ser um bom aluno, quando tem um mau professor”.

“Não contam com o BE para limpar défices bancários, más gestões e a seguir entregar de novo aos privados”, afirmou a Comentadora e acrescentou que “não nos podemos sujeitar a sistematicamente estarmos em perda e estarmos a pagar”.

Segundo a possibilidade de esta questão ser levantada no Parlamento, a Bloquista indica que o seu Partido “não exclui que esta questão seja suscitada no Parlamento”.

No final do seu comentário, a Comentadora falou acerca do fechos de balcões da CGD, dizendo que “a recuperação das empresas não pode ser feita sempre á custa do trabalho”.

Indicou que a existência de balcões no interior é importante “para fixar as pessoas, criar emprego e para dinamizar”, e adiantou que em termos de gestão “pode ser aceitável fazer uma racionalização dos balcões, mas não pode afetar os concelhos”.

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