19 fevereiro, 2018
Augusta Serrano
Ecos da Planura
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Presidente da República vetou a lei do financiamento dos Partidos porque “foi surpreendido”, diz António Costa da Silva no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 08 janeiro, 2018

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 8 de Janeiro, começou por falar sobre as alterações ao financiamento dos Partidos, dizendo que “gerou-se uma grande confusão por falta de comunicação”.

Segundo o social-democrata “estas propostas foram concretizadas para resolver um conjunto de dúvidas e problemas que a lei de 2003 tem”, e quando questionado sobra as alterações no IVA para os Partidos, realça que “não há um aumento das isenções”, mas sim “uma clarificação das isenções”, sustentando que “a forma como está escrita na lei, tem levantado discrepâncias com a autoridade tributária”.

Questionado sobre a intervenção do Presidente da República, António Costa da Silva diz que Marcelo Rebelo de Sousa “como foi surpreendido, tomou a decisão que tomou”, acrescentando que “tendo em conta esta discussão, entendeu que não deveria deixar passar sem um aprofundamento”.

Em torno das eleições para a liderança do PSD, António Costa da Silva refere que “não faz sentido entendimentos fortes com o bloco central”, realçando que “existe necessidades em matérias específicas de haver acordos de regime”, indicando a Segurança Social, Educação, Justiça ou Fiscal.

Questionado sobre mudanças no Partido Social-Democrata, a mudança de liderança “traz uma dinâmica nova, energia e muita gente entusiasmada”, referindo que quem esteja mais próximo de todo este processo “vem cheio de força, dinâmica e ideias para fazer a mudança e oposição a este regime”.

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