PS e BE sem “uma única medida capaz de resolver o problema da dívida” diz Nuno Melo no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 04 maio, 2017

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS/PP, no seu comentário desta quinta-feira, 4 de Maio, começou por falar das notícias que indicam que as exigências do PCP e do BE na contratação coletiva foram chumbadas pelo PS, dizendo que “Governo do PS, nos últimos anos, radicalizou muito á esquerda”.

Referindo-se ao Bloco e ao Partido Comunista, o Comentador da Rádio Campanário diz que vivem “nessa velha e desgastada luta de classes”, mas que “todos sobrevivem graças á saúde financeira de uma empresa” e “que o Partido Socialista tenha em mente a importância destes instrumentos, é para mim relevante”.

Em abordagem às propostas apresentadas pelo grupo de trabalho em conjunto do PS e BE, Nuno Melo diz que consiste na “mutualização de 31% da nossa dívida” que atingiu 131% do produto interno bruto (PIB), “e depois querem alargar os prazos médios de pagamento” de 15 para 50 anos.

Segundo Nuno Melo o PS e o Bloco “querem que países com divida inferior a 31% do PIB pagassem 31% da divida dos portugueses”, intenção esta que classifica como “lírico”.

O Comentador da RC diz ainda que o “significado exato” da proposta apresentada pelo grupo de trabalho é que o PS “reconhece que, no que dependa de si, não têm uma única medida capaz de resolver o problema da divida”.

E referindo-se a António Costa, “veja-se a divida que recebeu, veja-se a divida que hoje tem” acrescentando que “resolveu nada”, e quando o Primeiro-ministro deixar os bancos da governação a divida será “por este caminho, impossível de pagar”.

O Comentador Nuno Melo falou ainda em torno das eleições francesas, do debate e das notícias que indicam que a Europa depende 47% dos franceses, dizendo que a sair vencedora Marine Le Pen “o projeto europeu colapsaria”.

Em análise aos candidatos, Macron é “europeísta, o chamado Social Liberal” que “tranquilizaria” o espaço europeu, quanto a Marine Le Pen “seria uma revolução” dentro do sistema, “perigosa e com custo, certamente”.

Em torno do debate, Marine Le Pen “explorou muito o elemento emocional e da segurança” e quanto a Macron refere como “uma voz de estabilidade e de consenso”, e “nós devemos desejar qua a moderação possa vencer”, essa moderação “tem que ser capaz de dar respostas, porque senão chegará o tempo em que radicalismos vão vencer”.

No final do seu comentário, Nuno Melo falou sobre o jogo viral que tanto se fala na imprensa internacional, dizendo que este jogo é “uma anormalidade promovida por gente má” e seria “completamente implacável em relação aos perfeitos atrasados mentais” que jogam com a vida e a saúde de outros.

Segundo o Comentador da RC, “não se combate um fenómeno destes sem que as autoridades (…) detetem quem está no topo da cadeia de comando” e relembra que  “ao noticiar, está-se a divulgar o fenómeno”.

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