Responsabilidade política é “consequência de uma avaliação", não porque a oposição "está desesperada”, diz Carlos Zorrinho sobre roubo a base militar no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 04 julho, 2017

O eurodeputado Carlos Zorrinho no seu comentário desta terça-feira, dia 4 de Julho, começou por falar sobre o roubo de material de guerra da base da base militar de Tancos, sobre o qual diz ser “indiscutivelmente, uma questão grave”.

Segundo o Comentador da Rádio Campanário, perceber porque é que sucedeu “só a partir do inquérito é que se pode concluir”, acrescentando que “na verdade, leva a uma reflexão um bocadinho mais alargada”, ao qual relembra “a redução de financiamento das funções intermédias do Estado”.

Carlos Zorrinho diz que “temos vindo a cortar nas gorduras”, sublinhando que “ás vezes vai ao musculo”, ao qual caracteriza como musculo “a segurança e a vigilância de um paiol”, acrescentando que “não poderia ter sido cortado”.

Ao saber-se das disfuncionalidades apresentadas por aquela base militar, o Comentador da RC diz “que se torna relativamente simples”, referindo que hoje em dia “a maior parte dos roubos não se evita guardando a porta”.

Segundo o eurodeputado, evitam-se com recurso a “serviços de informações que antecipam a intenção”, relembrando que “pode ser a grande lição” sobre estas circunstancias, em que relembra o incêndio em Pedrógão Grande.

Carlos Zorrinho diz ainda que, a ser ele a estar na Administração Interna, “pediria todos os relatórios” e se tivesse responsabilidade politica “teria consequência”, sublinhando que “a responsabilidade politica é consequência de uma avaliação, não é porque a oposição está desesperada”.

Em comentário sobre os beneficiários da ADSE, em que segundo as recentes notícias, vão ficar sujeitos a um período de carência, antes de poderem beneficiar dos serviços de saúde, Carlos Zorrinho diz que se vai “transformar num seguro de saúde público”.

Segundo o eurodeputado, o “pré-desconto”, como denomina o período de carência, “tem a ver com normas técnicas” e relembra a celebração de contratos com seguradoras.

“A boa notícia”, como refere Carlos Zorrinho, será a possibilidade de “um seguro de saúde alargado”.

Questionado se os recentes acontecimentos poderão fragilizar o atual Governo, o Comentador da RC diz que os portugueses “saberão distinguir a capacidade de um Governo ter colocado um país a crescer, criar emprego e a afirmar-se no contexto internacional”, relembrando que provoca maior exigência para com a entidade governamental.

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