“O ano de 2015 foi um dos melhores anos para o distrito de Évora sendo que tinhamos um défice de respostas sociais na àrea da deficiência que foi possível colmatar.” Diz Sónia Ramos (c/som)

Publicado em Entrevistas 12 janeiro, 2016

Numa grande entrevista à Rádio Campanário, Sónia Ramos, falou sobre os acordos de cooperação celebrados em 2015, sobre a nova legislação e apontou ainda a receção de refugiados como o grande desafio para este ano.

Em entrevista a esta Estação Emissora, a diretora da Segurança Social do Centro Distrital de Évora, Sónia Ramos, faz um balanço do ano transato afirmando que “foi um ano em que conseguimos ter capital necessário para celebrar acordos de cooperação no âmbito de equipamentos, com recursos de quadro de financiamento comunitário, que estavam em fase de conclusão e de outros que já abertos com uma licença de funcionamento, para que os respetivos utentes pudessem ser beneficiados ao nível da compartição da Segurança Social.”

 A diretora da Sónia Ramos, pronuncia-se sobre as duas fases de orçamento de programa revelando que “relativamente aos equipamentos construídos de novo com quadro comunitário conseguimos abrir oito, onde funcionam doze respostas sociais sendo que esta primeira fase do orçamento do programa 2015 valeu ao distrito quase 1 milhão de euros.”

O Instituto de Segurança Social do Centro Distrital de Évora inaugurou oito respostas sociais, nomeadamente: a Liga dos Combatentes e a estrutura residencial para idosos da Santa Casa, em Estremoz; o Lar especializado para jovens do sexo feminino e um Lar Residencial para pessoas portadoras de deficiência, em Montemor-Novo; as Residências Autónomas da APPACDM, em Évora; o Centro Social e Paroquial do Campino, em Reguengos de Monsaraz; o Centro de Dia, em Arraiolos.

Segundo Sónia Ramos “numa segunda fase mais recente do orçamento de programa 2015 foram celebrados mais dez acordos de cooperação para financiamento extra para o prolongamento diário dos horários da para conseguirem corresponder às expetativas das famílias e conseguimos rever também alguns acordos de cooperação em alta ao nível do serviço de apoio domiciliário.”

 A diretora da Segurança Social do Centro Distrital de Évora considera que “o ano de 2015 foi um dos melhores anos de acordos de cooperação para o distrito de Évora sendo que tinhamos um défice de respostas sociais e de equipamentos ligados há àrea da deficiência que ao longo destes quatro anos foi possível colmatar.” Acrescenta ainda que “renovamos os protocolos das cantinas sociais, por seis meses, até junho de 2016, neste momento existe uma comparticipação de 1047 refeições diárias, que tem conseguido cobrir as necessidades identicadas.”

Sónia Ramos, conta-nos que o número de requerentes no distrito se têm mantido, adiantando que “foi aprovada a nova legislação, que entra em vigor em março, relativamente ao Rendimento Social de Inserção alargando os valores e a majoração relativamente a cada um dos elementos agregado familiar e respetivo requerente.”

Para o ano 2016, a diretora da Segurança Social Do Centro Distrital de Évora assegura que “vamos continuar a trabalhar afincadamente para conseguir cumprir e até superar todos os prazos legais no sentido de conseguirmos dar resposta aos cidadãos da forma mais célere que os serviços conseguirem, a cooperação é sempre um desafio incessante, porque nós sabemos que as necessidades sociais são uma constante portanto temos que estar atentos às novas realidades, aos novos públicos-alvos.”

 A diretora da Segurança Social do Centro Distrital de Évora garante que “ temos também o desafio dos refugiados, em que estamos a aguardar orientações ao nível distrital para operacionalizar a receção de refugiados desta nova vaga sendo que Évora já acolheu dezassete refugiados, desde 2012. Relembrando que “fomos o distrito que apresentou e desenvolve um projeto piloto em Portugal que tem corrido muito bem, destaco apenas a cooperação com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e com a Associação de Professores Reformados que nos tem ajudado imenso, no sentido de ensinar a lingua portuguesa que é a primeira barreira que é sentida por estes estrangeiros que estão integrados e enquadrados o melhor possível na comunidade.”

Questiona sobre o número de refugiados que  o distrito de Évora irá acolher, Sónia Ramos,  diz-nos que “recebemos uma refugiada desta nova vaga , mas iremos receber muito mais ao longo deste 2016.”

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