Reguengos de Monsaraz

As declarações de José Calixto, sobre a vitória do PS, em Reguengos de Monsaraz (c/som)

Publicado em Regional 03 outubro, 2017

Nas eleições autárquicas do passado domingo, dia 1 de outubro, o Partido Socialista (PS) venceu as eleições à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, com 63,11% dos votos (3.127 votos).

José Calixto foi assim reeleito Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, pela terceira vez consecutiva.

Em declarações à Rádio Campanário, José Calixto diz receber com “uma enorme satisfação […] essa maioria reiterada pelos reguenguenses”, estando ciente da responsabilidade que a mesma acarreta. “Dois em cada três dos reguenguenses que votaram, votaram no partido socialista”, declara.

O PS surge como a única força política a ter liderado os destinos de Reguengos de Monsaraz. Estes 45 anos de poder, para José Calixto, “significam uma grande motivação para continuar a desenvolver o trabalho autárquico” feito ao longo dos anos.

O mandato que em breve iniciará, afirma, será realizado “com a mesma energia dedicação, proximidade” apresentados aquando do seu início de ciclo de mandatos, em 2009.

“Continuaremos a ser neste ciclo autárquico 2017/2021, os mesmos que fomos, com os mesmos princípios políticos” dos mandatos anteriores, garante, afirmando ser esta a forma de evitar o normal desgaste existente em democracia, mantendo “uma empatia muito grande, com o povo que servimos”.

Questionado sobre as alterações registadas a nível de vereadores, nomeadamente na saída de um vereador da CDU e na entrada de um vereador do PSD, o presidente eleito declara que, “não analisando as estratégias das outras forças políticas” nas eleições, a decisão foi do povo, que “avalia de forma soberana e penso que sempre sábia”.

Tendo estas sido “umas eleições de muita proximidade” com a população, “a questão aqui tem a ver naturalmente com os projetos autárquicos que estão colocados a frente dos reguenguenses”, que resultaram na sua escolha de voto.

No decorrer da campanha eleitoral realizada no passado mês de setembro, José Calixto afirma ter ouvido que a mesma seria desnecessária, uma vez que a vitória estaria garantida. Esta situação, afirma, é “um inimigo da democracia que todos devemos combater”. Desta forma, diz ter desenvolvido a que considera a “melhor campanha” em já participou, tendo esta sido em parte direcionada ao incentivo dos jovens a exercerem o seu direito ao voto.

 

                                                                                                               

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