08 Fev. 2023
Augusta Serrano;
Firmamento da Noite
22:00-04:00

O Município de Vila Viçosa atualizou novamente a situação epidemiológica do concelho à data de 12 de janeiro.

De acordo com os dados da Autoridade de Saúde, revelados pela autarquia, o concelho de Vila Viçosa registou 30 novos casos, aumentando assim para 166 casos ativos de COVID-19.

Atualmente o concelho contabiliza 272 casos confirmados de COVID-19, dos quais 166 ativos, 98 recuperados e 08 óbitos.

Segundo o último Boletim Epidemiológico da DGS, tornado público no dia de hoje, 14 de janeiro, foram confirmados 16.725 casos de COVID-19 no Alentejo, mais 520 em relação ao dia de ontem.

Neste momento estão registadas, de acordo com o Relatório, 356 mortes na região, ou seja, mais nove que no dia de ontem.

 

A Câmara Municipal de Mourão informa, em nota, que o cancelamento da Festa em Honra de Nossa Senhora das Candeias, “uma decisão forçada pelas circunstâncias que o país vive devido à pandemia COVID-19”.

“Todos sabemos que a Festa em Honra de Nossa Senhoras das Candeias representa para os mouranenses mais que uma festa e que o sentimento e a fé que a mesma envolve é inexplicável. Certamente que este ano acompanhar a imagem de Nossa Senhora das Candeias pelas nossas ruas teria outro sentido, envolveria outro sentimento e traria outro alento e outro conforto a todos. No entanto, a segurança e a saúde estão em primeiro lugar, e este ano exige que as nossas orações, as nossas súplicas e os nossos agradecimentos sejam feitos à distância, mas com a fé inabalável que os mouranenses devotam a Nossa Senhora”, refere a edilidade.

Para além do cancelamento da novena, da procissão e de todas as atividades culturais, irão realizar-se duas missas no dia 02 de fevereiro “por decisão da Paróquia de Nossa Senhora das Candeias. A primeira será realizada às 11 horas e a segunda às 17 horas, mas ambas com um número reduzido de fiéis, respeitando as normas implementadas pela DGS. A realização destas duas missas tem como objetivo permitir que mais pessoas possam assistir, uma vez que o número de fiéis é limitado”.

O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Odemira não tem dúvidas em colocar o impacto psicológico dos surtos à frente de todos os outros problemas que “têm um efeito de bola de neve”.

As equipas dos lares atingidos por surtos de COVID-19 vão precisar de apoio psicológico para superar o impacto da pandemia nas instituições, alertaram esta quinta-feira os responsáveis no Alentejo da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).

“Estamos habituados a lidar com utentes a partirem, mas não é com este impacto de 20 ou 21 [num curto espaço de tempo]. Há sempre o impacto financeiro, mas o impacto psicológico e emocional nas equipas é devastador”, disse à Lusa o presidente do secretariado regional de Beja da UMP, Francisco Ganhão.

O também provedor da Santa Casa da Misericórdia de Odemira não tem dúvidas em colocar o impacto psicológico dos surtos à frente de todos os outros problemas que “têm um efeito de bola de neve”.

E considerou que “será sempre necessário um acompanhamento”, quer seja “no psicólogo clínico da comunidade”, quer no das próprias instituições, se tiverem essa “mais-valia” nos seus quadros.

“Isto mexe muito emocionalmente com todos nós. São pessoas que estão aos nossos cuidados e tentamos dar o melhor por elas, mas é algo invisível que entra, seja pelos colaboradores ou pelas vistas, e espalha-se” com “um impacto muito forte na instituição, e na comunidade”, comentou Francisco Ganhão.

Questionado sobre essa possibilidade, também o presidente do secretariado regional de Évora da UMP mostrou “toda a certeza” de que o acompanhamento psicológico das equipas será necessário.

“Os colegas [provedores], as funcionárias e os idosos têm sofrido muito com tudo isto”, afiançou.

E, “infelizmente, também temos tido mortos a lamentar e isso deixa as pessoas completamente destroçadas, sejam dirigentes ou funcionários, porque algumas até são familiares dos idosos que vão partindo”, especificou Manuel Galante, partindo do exemplo do Lar da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz, que também dirige.

Mas, apesar de devastadas, as colaboradoras “de todas as misericórdias têm sido umas guerreiras”, frisou o dirigente do distrito de Évora, garantindo que tem “assistido a coisas impressionantes” em termos de reação das pessoas.

“Tenho colegas que me ligam literalmente a chorar pelos que morrem, mas, ao mesmo tempo, a dizerem ‘não queiras saber o que foi o arregaçar de mangas deste pessoal’, técnicos, pessoas que se voluntariaram, técnicos de saúde que são da terra e nas horas vagas vão para lá, mesmo correndo alguns riscos”, elogiou.

Já com utentes e funcionários vacinados na estrutura residencial para idosos que dirige, o provedor relatou mesmo o exemplo dos funcionários alocados à campanha, que fizeram um esforço extra para compensar a falta de pessoal e evitar que outras pessoas tivessem de entrar nas instalações.

“Não tragam é mais ninguém de fora, porque não sabemos o que é que vem. Pode trazer cá para dentro o que temos estado a evitar que aconteça, disseram. São exemplos, depois de estarem completamente esgotadas, de fazerem 12 horas seguidas, de darem tudo”, relatou Manuel Galante.

Devido à renovação do Estado de Emergência e no âmbito do confinamento obrigatório decretado pelo Governo, a Câmara de Estremoz informa que, a partir do próximo dia 15 de janeiro, irão ser adotadas medidas excecionais, relativamente aos Mercados de Estremoz.

Segundo a edilidade as medidas são as seguintes:

“- O Mercado Abastecedor continuará a realizar-se nas sextas-feiras, no Pavilhão junto à Esplanada dos Congregados, das 16:00 às 21:30 horas, sendo permitido o acesso do público a partir das 19:30 horas;

- Não se realizará o Mercado de Levante junto ao Parque de Feiras nem a Feira de Antiguidades e Velharias no Rossio Marquês de Pombal;

- O Mercado Tradicional continuará a realizar-se nos sábados de manhã, exclusivamente para venda de produtos alimentares e essenciais (hortícolas, frutícolas, produtos regionais, plantas e árvores de fruto para plantação em hortas e pomares, animais de capoeira e outros produtos alimentares), funcionando no Rossio Marquês de Pombal, entre as 05:00 e as 12:30 horas, sendo admitido o acesso do público a partir das 07:30 horas. Não serão admitidos no Mercado Tradicional os vendedores de produtos artesanais ou de quaisquer outros produtos que não sejam alimentares”.

A autarquia recorda que “as deslocações aos Mercados de Estremoz devem cingir-se ao essencial e apenas em caso de necessidade de aquisição de produtos alimentares, devendo por regra todos os cidadãos recolher aos seus domicílios”.

“Em caso de deslocação aos mercados, devem ser adotadas as recomendações da Direção-Geral da Saúde, designadamente no que diz respeito ao distanciamento social, ao uso obrigatório de máscara de proteção, à lavagem/desinfeção frequente de mãos e, sobretudo, no que diz respeito à permanência no local para além do tempo estritamente necessário para a aquisição dos produtos”.

Estas medidas permanecerão em vigor durante o período de confinamento decretado pelo Governo, podendo vir a ser amenizadas ou agravadas em função da evolução epidemiológica.

Foram hoje vacinados contra a COVID-19 todos os utentes e as colaboradores afetas dos lares Manuel Ramalho e Josefina Silveira Fernandes da Santa Casa da Misericórdia de Borba.

Segundo referiu fonte da instituição à Rádio Campanário, no total foram administradas 76 vacinas nestas duas ERPIs.

Recorde-se que atualmente o lar Humberto Silveira Fernandes da Santa Casa da Misericórdia de Borba está a viver um surto de COVID-19 que contabiliza um total de 68 infetados, sendo 59 utentes e 09 funcionários.

 

A Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) atualizou esta quinta-feira, dia 14 de janeiro, a situação epidemiológica COVID-19 no distrito de Portalegre.

Segundo os dados divulgados, o distrito de Portalegre regista 943 casos ativos de COVID-19, mais 23 que no dia anterior.

A ULSNA adianta ainda que estão 39 pessoas internadas devido ao novo coronavírus. A ULSNA informa que já foram efetuados 43.447 testes até ao momento.

Registam-se 2.051 casos recuperados no distrito e contabilizam-se 93 óbitos provocados pela pandemia, mais cinco que no dia de ontem.

Apresentamos os dados por concelho, segundo a informação disponibilizada pela ULSNA:

CONCELHOS

CASOS CONFIRMADOS

CASOS ATIVOS

ÓBITOS

Alter do Chão

145

91

0

Arronches

44

07

0

Avis

90

20

03

Campo Maior

158

64

03

Castelo de Vide

89

26

0

Crato

200

60

03

Elvas

631

238

11

Fronteira

39

19

0

Gavião

143

27

0

Marvão

132

26

11

Monforte

68

17

0

Nisa

294

134

13

Ponte de Sor

192

79

0

Portalegre

804

115

37

Sousel

61

20

0

( Não são divulgados números inferiores a 3 casos por concelho)

O surto de COVID-19 que infetou 92 pessoas no lar da Santa Casa da Misericórdia de Serpa, no distrito de Beja, e provocou 15 mortos, está resolvido, revelou hoje o provedor.

"Felizmente, o surto está resolvido", disse à Lusa António Sargento, referindo os outros infetados já estão recuperados.

De acordo com o provedor, o lar vai ser desinfetado no domingo, às 17:00, "seguindo o protocolo que se cumpre em todos os lares atingidos por surtos" de COVID-19.

No domingo, acrescentou, os utentes do lar vão ser transferidos para a Zona de Concentração e Apoio à População (ZCAP), situada no Pavilhão Municipal dos Desportos, na cidade de Serpa, onde ficarão alojados durante o tempo necessário para a realização da desinfeção.

O surto no Lar de S. Francisco infetou 92 pessoas com o vírus que provoca a doença COVID-19, nomeadamente 75 utentes - 15 dos quais morreram - e 17 funcionários.

O primeiro caso de infeção confirmado no lar foi o de um funcionário, que, após começar a ter sintomas, fez um teste de despiste do vírus da COVID-19, cujo resultado positivo foi conhecido no passado dia 24 de novembro.

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