Segundo o último boletim epidemiológico da DGS, até esta quinta-feira, dia 12 de novembro, foram confirmadas 198.011 pessoas infetadas com COVID-19, mais 5.839 em relação ao dia 11.

Foram também registados um total de 3.181 óbitos, mais 78 em relação ao dia de ontem. O número de pessoas recuperadas passa a 113.689, mais 3.336 nas últimas 24 horas.

Neste momento estão 2.794 pessoas internadas devido à COVID-19, das quais 383 nos Cuidados Intensivos. 40.465 estão em vigilância pelas Autoridades de Saúde.

De acordo com a Direção-Geral de Saúde, estão registados 81.141 casos de COVID-19 ativos em Portugal.

A Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) atualizou, esta quinta-feira, a situação epidemiológica da pandemia COVID-19 naquela região.

Segundo os dados disponibilizados, o Baixo Alentejo regista atualmente 194 casos ativos de COVID-19 e 705 casos recuperados.

Estão 13 pessoas internadas devido à COVID-19, das quais uma nos Cuidados Intensivos. 938 pessoas estão em vigilância pelas Autoridades de Saúde da região.

Contabiliza-se 31 mortes no Baixo Alentejo, provocadas pelo novo coronavírus.

Desde o início da pandemia, a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo já registou um total de 931 casos de COVID-19.

Os concelhos que registam atualmente mais casos ativos do novo coronavírus no Baixo Alentejo são Beja, com 100 casos ativos, seguindo-se Serpa, com 22, e Ferreira do Alentejo, com 21.

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS-PP, no seu comentário desta quinta-feira, dia 12 de novembro, abordou aos microfones da Rádio Campanário a evolução da pandemia COVID-19 em Portugal, as novas medidas tomadas pelo Governo para combater a pandemia e a polémica em torno do acordo entre o PSD e o CHEGA no Arquipélago dos Açores.

Desde segunda-feira, dia 09 de novembro, que Portugal se encontra em Estado de Emergência, com medidas mais restritivas em 121 concelhos do país, de forma a tentar travar a pandemia. Questionado se as medidas decretadas são adequadas para travar a pandemia, Nuno Melo sublinha que “acredito muito mais na prevenção primária do que secundária, ou seja, evitar que os problemas surjam do que depois decidir para evitar que eles se agravem” e que neste momento “depois de termos falhado na prevenção primária, estamos agora a correr atrás do prejuízo”.

Para o eurodeputado, a situação está “completamente fora de controlo”, argumentando que “os hospitais, neste momento, estão sem capacidade para receber doentes, há vários profissionais de saúde a ficarem infetados e as condições são poucas”.

Nuno Melo classifica que as medidas “acabam por serem necessárias”, tendo em conta “a necessidade de ao menos condicionar o comportamento geral”, mas questiona “se são suficientes”. O ex-dirigente do CDS conta que “ontem [quarta-feira] vi um vídeo muito interessante, e que aconselho, do Camilo Lourenço, que dava conta de que em plenas medidas, vai-se abrir uma exceção na circulação para o Congresso do PCP. Portanto, a saúde pública cede, quando o capricho de um partido que não colabora com o interesse geral se manifesta. E isso é muito grave”, alerta Nuno Melo.

“O PCP sabe muito bem da situação em que vivemos, mas por razão política e de afirmação não sei do quê, insiste na realização do Congresso, numa altura em que não lembraria a ninguém, porque a tendência é para que isto piore. E o Governo vai atrás”, critica o eurodeputado.

Nuno Melo deixa ainda críticas a “esta validação e este silêncio em relação àqueles que de alguma forma apoiam ou podem ser suportes do Governo. Se nós temos, de repente, aqueles atores que levam anos inteiros a atacar a direita e a fazer fretes ao PS, esses atores podem encher salas de pessoas e não há problema nenhum. Se em causa está um partido que apoia a Gerigonça, o que temos são palavras conciliatórias ou explicativas, em vez de uma afirmação que fosse pedagógica para todos os outros, porque os outros sacrificam-se dizendo pode a lei impor que assim seja, mas moralmente é errado. E um Governo também serve para dizer isso, mas não. O Governo, porque pode precisar do PCP, tem palavras amiguinhas, em vez de condenar”.

Para o eurodeputado, “o que o PCP tem feito, repetidamente, com o 1º de Maio, a Festa do Avante e agora com o Congresso, é um insulto para todos os profissionais de saúde que se esforçam e que acabam por adoecer, para as famílias das pessoas que faleceram e para os que estão a sofrer. A ideologia não deve prevalecer sobre o interesse geral”, salienta.

Algumas cadeias de supermercados decidiram antecipar o horário da abertura nos próximos dois fins-de-semana, face às medidas restritivas nos 121 concelhos portugueses de maior risco, que terão sob o recolhimento obrigatório a partir das 13h00 aos sábados e aos domingos. Sobre esta decisão, Nuno Melo lembra que “muitas das pessoas só têm nestas alturas a oportunidade de abastecerem a casa com produtos alimentares”.

“Claro que qualquer empresa terá a tentação de ir atras do lucro, mas isso não invalida o que eu lhe digo. Não sei se é uma medida ajustada, mas pelo menos tem uma justificativa”, classifica o eurodeputado.

Pedro Catarino, representante da República no arquipélago dos Açores, indigitou no sábado o líder do PSD/Açores, José Manuel Bolieiro, presidente do Governo Regional, na sequência das eleições de 25 de outubro, justificando a decisão com o facto de a coligação PSD/CDS-PP/PPM (26 deputados) ter o apoio parlamentar do CHEFA (dois deputados) e do Iniciativa Liberal (um deputado), garantindo assim maioria absoluta no hemiciclo regional, com 29 dos 57 lugares. Várias personalidades, da esquerda e da direita política, têm criticado fortemente o acordo parlamentar entre PSD e o CHEGA.

Nuno Melo refere que vê esta situação “de forma muito cristalina”, afirmando que o Primeiro-Ministro e o PS “são os últimos a poderem condenar o que quer que seja”, argumentando que em 2015 o PS “aliou-se a partidos extremistas (ao BE e ao PCP), que defendem, no caso do PCP, ditaduras como a da Coreia do Norte”. O eurodeputado sublinha ainda que “temos que perceber que a reconfiguração político-partidária se alterou em Portugal, como aconteceu na União Europeia”.

“Hoje em dia há novos partidos à direita. A Iniciativa Liberal e o CHEGA estão no Parlamento e a menos que se queiram fazer fretes à esquerda e não se pensar à direita de forma diferente, o PS, o BE e o PCP ficarão lá para sempre”, frisa.

O eurodeputado lembra ainda que o Governo de coligação nos Açores não inclui o CHEGA – “A coligação é do PSD, CDS-PP e PPM e o CHEGA votará no Parlamento”. Nuno Melo questiona “o que é que se pretende? É que não se aceite o apoio do CHEGA, porque é um partido extremista, para em contrapartida se entregar a Governação da região e mais tarde do país aos extremismos do BE e do PCP, fazendo um frete ao PS? Isso é que não compreendo. O PSD e o CDS podem estar num Governo, acabando com 20 anos de socialismo e podendo, por isso, mudar alguma coisa, mas devem deixar de o fazer, para poder entregar o poder ao PS, apoiado pelo BE e PCP, que não poderão controlar, apesar de se tratarem, no caso do BE e PCP, de partidos de extrema-esquerda?”

“Esta é a reflexão que queria deixar. No espaço político de direita, tem que haver agora uma nova forma de se avaliar a realidade onde, em nenhuma circunstância, esse espaço político do PSD e do CDS podem aceitar linhas vermelhas. Por isso é que existem entendimentos. Há coisas que aceitamos e coisas que não aceitamos. Mas não devem estar é neste momento a fazer frete ao PS e a permitir que os extremismos do BE e PCP, depois do continente e do país, cheguem ao Governo dos Açores”, afirma.

A Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) anunciou, esta quinta-feira, que foram detetados casos de COVID-19 em colaboradores afetos ao Serviço de Consultas Externas e à Unidade Funcional de Gastroenterologia do Hospital Dr. José Maria Grande, em Portalegre.

Em comunicado, a ULSNA refere que o Serviço de Saúde Ocupacional está a proceder, em conjunto com os Serviços afetados e com a Unidade de Saúde Pública, à investigação epidemiológica e à realização de testes de rastreio aos colaboradores e utentes, sempre que necessário.

O presidente da Câmara Municipal de Mora, Luís Simão, atualizou esta quinta-feira a situação epidemiológica da COVID-19 naquele concelho alentejano.

O autarca alerta que a situação que se vive atualmente no concelho “é muito grave e, infelizmente, no imediato, poderá tornar-se pior”.

Luís Simão informou que testaram positivo mais onze utentes do Lar Nossa Senhora da Purificação de Cabeção e que 17 deles serão evacuados durante o dia de hoje para uma estrutura residencial em Évora “onde terão todos os cuidados de apoio médico e de enfermagem que nesta altura necessitam”.

O edil adianta ainda que os testes efetuados na comunidade escolar foram todos negativos.

O presidente refere que terão testado positivo mais 2 casos na comunidade 1 em cabeção e outro em Pavia. Neste momento temos o registo de 24 casos confirmados em Cabeção, 8 na Malarranha e 4 em Pavia.

A Câmara de Ourique anunciou esta quarta-feira ter contratado a realização de testes de COVID-19 na escola da vila que fechou após detetada a infeção numa funcionária e devido à alegada falta de respostas das autoridades de saúde.

Em comunicado enviado à Agência Lusa, o município, do distrito de Beja, refere que contratou ao Centro Académico de Investigação e Formação Biomédica do Algarve (ABC - Algarve Biomedical Center) a realização dos testes de despiste do vírus da COVID-19 à comunidade do Centro Escolar de Ourique, que fechou na segunda-feira.

Os testes vão começar a ser feitos na quinta-feira aos alunos do jardim-de-infância e do 1.º ciclo do ensino básico do centro escolar, com a devida autorização dos pais e encarregados de educação e para "avaliar a situação e tranquilizar as famílias e toda a comunidade de Ourique".

"Só depois dos resultados dos testes e da desinfeção dos espaços", haverá condições para retomar as atividades no Centro Escolar de Ourique, "com maior confiança e segurança, mas com os cuidados básicos do uso da máscara, das distâncias sociais, da etiqueta respiratória e da lavagem/desinfeção frequente das mãos", frisa o município.

O anúncio da contratação da realização dos testes surge um dia depois de a Câmara de Ourique ter considerado "inaceitável" a autoridade de saúde pública não os ter feito, após ter mandado fechar a escola devido à deteção da infeção pelo vírus da COVID-19 numa funcionária e "com a indicação de que a comunidade educativa seria sujeita a testes de despistagem para a avaliação da situação e adoção de medidas".

Segundo o município, na segunda-feira, as autoridades de saúde não fizeram os testes que "tinham ficado subjacentes ao encerramento preventivo do estabelecimento escolar, surgiram informações difusas sobre a não eventual realização da operação de despistagem e a intenção de reabrir a escola sem iniciativas complementares".

O Centro Escolar de Ourique "é da responsabilidade logística do município e a parte pedagógica tem outros responsáveis, mas, em momento algum, a câmara foi informada pelas autoridades de saúde regionais da intenção de não realizar testes e reabrir a escola nesse contexto", frisa a autarquia.

"Com conhecimento por via indireta das intenções regionais", o município refere que insistiu "na obtenção de informações sobre os testes e a situação" e, "sem respostas de quem de direito, das autoridades de saúde regionais", tomou uma posição pública, na terça-feira, e trabalhou "na concretização da resposta que se impunha: a realização de testes à comunidade" do centro escolar.

A Lusa tentou sem sucesso obter esclarecimentos sobre o assunto junto da presidente da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, Conceição Margalha.

Segundo o município, também está infetado com o vírus da COVID-19 o filho da funcionária do centro escolar e que é aluno da Escola dos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e Secundária de Ourique.

Por isso, a autoridade de saúde pública colocou em "quarentena preventiva" a turma da escola a que pertence o filho da funcionária.

Em declarações à Lusa no domingo, o presidente da Câmara de Ourique, Marcelo Guerreiro, explicou que os dois casos de infeção foram detetados "na sequência de um episódio hospitalar" ocorrido "no sábado à noite".

"A funcionária levou o filho ao hospital de Beja e, por isso, foram os dois testados na unidade", tendo sido divulgado no domingo que "tiveram resultado positivo" para o vírus que provoca a COVID-19, relatou o autarca.

(Fonte: Agência Lusa)

A Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) atualizou esta quinta-feira, dia 12 de novembro, a situação epidemiológica COVID-19 no distrito de Portalegre.

Segundo os dados divulgados, o distrito de Portalegre regista 309 casos ativos de COVID-19, mais 46 em relação à última atualização feita pela ULSNA, no dia de ontem.

A ULSNA adianta ainda que estão 21 pessoas internadas devido ao novo coronavírus (mais quatro em relação ao dia 11) e que foram efetuados 22.822 testes até ao momento.

Registam-se 295 casos recuperados no distrito, mais seis em relação ao dia de ontem, e contabilizam-se dois óbitos provocado pela pandemia.

Apresentamos os dados por concelho, segundo a informação disponibilizada pela ULSNA:

CONCELHOS

CASOS CONFIRMADOS

CASOS ATIVOS

Alter do Chão

12

5

Arronches

22

22

Avis

30

3

Campo Maior

51

29

Castelo de Vide

14

Sem informação

Crato

15

9

Elvas

116

51

Fronteira

7

3

Gavião

17

7

Marvão

21

5

Monforte

26

18

Nisa

6

4

Ponte de Sor

64

31

Portalegre

187

114

Sousel

18

7

 

De acordo com a ULSNA, os dados divulgados correspondem ao apuramento das últimas 24 horas e não são divulgados números inferiores a três casos por concelho. Pode consultar os dados da ULSNA aqui

A Câmara Municipal de Mora anunciou o reforço da entrega de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) às instituições sociais do Concelho, face ao aparecimento de utentes infetados com COVID-19 num dos lares do Concelho.

No passado dia 10 de novembro, a autarquia entregou alguns EPI´s, como gel desinfetante de mãos, desinfetante para superfícies, luvas, máscaras e fatos de proteção individual para tratar casos COVID-19, aos cinco de Lares de Idosos. “Estes equipamentos são para uso dos profissionais destas instituições, contribuindo assim para a proteção individual de cada um em contexto de trabalho, face ao risco de contágio pelo novo Coronavírus”, destaca.

O Município sublinha ainda que, desde o início da pandemia em Portugal, “tem procedido à entrega de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) às instituições sociais do Concelho”, tendo já investido cerca de 27 mil euros em equipamentos de proteção individual, materiais de limpeza e desinfeção, para as instituições de solidariedade social do Concelho. A este valor “acrescentam-se os fornecimentos efetuados aos Bombeiros Voluntários de Mora, e o donativo para a aquisição de ventiladores com vista a equipar o Hospital Espírito Santo de Évora, num total já foram gastos cerca de 60 mil euros”, menciona.

A edilidade destaca ainda que entende que “esta é uma forma de apoiar” as instituições sociais do concelho, atendendo às necessidades das mesmas, “uma vez que esta pandemia se traduz num elevado esforço económico por parte de cada uma delas, para que possam continuar a desempenhar as funções essenciais à comunidade”, salienta.

“Sem a ajuda da Câmara Municipal de Mora, provavelmente o esforço financeiro acrescido das IPSS teria que ser compensado pelo aumento das mensalidades dos utentes. É isso que a Autarquia de Mora pretende evitar”, enaltece o Município.

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