21 Set. 2021
Augusta Serrano
Notícias
17:00-19:30

Alentejo: Semana arranca com céu limpo e temperaturas perto dos 30 graus!

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GNR de Évora detém cinco pessoas em flagrante delito nas últimas horas(c/som)

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Saiba quais vão ser os níveis de pólen em Évora na próxima semana

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André Ventura deixa Elvas com escolta policial!

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Investigador da Universidade de Évora vence prémio único em Portugal

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Alentejo: Casa de Grândola em cenário único respira através das paredes!

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Autárquicas 2021: Debate sobre a Freguesia de Nsa Senhora da Conceição e São Bartolomeu(Vila Viçosa), hoje às 18h

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Évora: Queda de tecto encerra escola secundária com 800 alunos

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Campo Maior: GNR resgata Javali em perigo de afogamento

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Motor Social 4G de Vila Viçosa assinala Dia Mundial da Contraceção!

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Estremoz: Clube de Caçadores de Estremoz e atirador José Marcelino Tavares são campeões nacionais!

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GNR de Évora detém 6 pessoas sem carta e 3 por conduzirem sob efeito de álcool!

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Projeto da Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola nomeado para Prémios Internacionais de Arquitetura

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Parras Wines cria empresa com Alentejano Paulo Laureano e coloca os vinhos do enólogo no seu Portefólio!

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Colisão de dois veículos em Beja provoca dois feridos!

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Évora, Beja e Portalegre recebem importadores internacionais

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Alentejo é uma das regiões onde o desemprego diminuiu face ao período homólogo!

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Grândola: Dois homens detidos por furto de catalisador e condução perigosa

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Homem acusado de traficar e explorar imigrantes no Alentejo nega maior parte da acusação

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Covid-19/DGS: Portugal com mais 7 óbitos e 306 novos casos

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Covid-19/DGS: Alentejo regista 24 novos casos

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Estremoz: Exercício “BANGUI 212” traz movimento de viaturas e de militares ao concelho!

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Cinco mil ovinos infetados com o vírus da língua azul em Beja e Évora. DGAV no terreno para combater o surto!

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Património e Biodiversidade em destaque no Festival Terras Sem Sombra (c/fotos)

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O Vinhas de Monsaraz DOC Alentejo agora com embalagem amiga do ambiente

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Universidade Sénior de Évora inicia novo Ano Lectivo especial em que celebra 15 anos

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Águas de Santo André lançam 4.ª da fase do Programa de Monitorização do Ambiente Marinho em Sines

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Prazo para candidaturas ao Programa de Apoio ao Ordenamento e à Gestão Zonas de Caça 2021 foi alargado

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Cinco destinos para conhecer no Alentejo

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Três programas para fazer com os mais novos no Alentejo

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MP pede condenação de homem e empresa por crimes de auxílio à imigração ilegal

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Cebola Roxa de Montemor-o-Novo terá episódio dedicado na nova série de animação “Heróis da Fruta” da APCOI

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Associação da Rota da EN2 nomeada para os Prémios Alentejo 2020

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Está para breve um retido no Alentejo que une surf e ioga

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D.A.M.A fazem-se à estrada e atuam em formato acústico em Portalegre a 6 de novembro

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Empreendedorismo, falhanços e sucessos em debate na próxima sessão online promovida pelo CEBAL

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Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida apresenta programa Dias Ibero-Americanos

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Com o mote “um outro vagar” vai abrir em Portalegre a Quinta da Fonte Souto com várias atividades nas vinhas

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Estação Biológica de Mértola adquire dois arados que reabilitam os solos agrícolas

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Montemor-o-Novo: Proteção Civil e o Serviço de Ambiente destruíram ninho de vespa asiática numa azinheira (c/fotos)

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“2ª  Escola de Évora|Eborae Mvsica”: Já são conhecidos os resultados do concurso do prémio de composição

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O Festival Terras Sem Sombra celebra também a cultura, o património e a biodiversidade dos municípios por onde passa. Nos dias 18 e 19 de setembro, o litoral odemirense foi o palco de todas as atenções, conforme divulgado pelo município de Odemira.

“Guardião do Rio Mira: O Forte de São Clemente” foi o mote para um passeio pelo património de Vila Nova de Milfontes, na tarde sábado, com os historiadores António Martins Quaresma e José António Falcão. Uma verdadeira aula de história onde não faltaram as lendas associadas à foz do Mira e a religiosidade da povoação. O Forte de São Clemente, construído entre 1599 e 1602, para defesa dos ataques corsários, é um Imóvel de Interesse Público atualmente em mãos privadas. Este foi o ponto de partida para a antiga Estalagem (século XVII) e para a Igreja Matriz de Nossa Senhora e da Graça. A visita terminou na Ermida de S. Sebastião.

Na manhã de domingo, a já habitual ação da Biodiversidade do festival foi dedicada à atividade piscatória no concelho, com as devidas explicações do historiador António Martins Quaresma, do técnico municipal António Jorge Campos e do pescador Fernando Manuel. No Portinho de Pesca do Canal ouviram-se atentamente as explicações sobre a difícil vida do mar, o valor do pescado e as condições de trabalho de uma arte antiga que faz jus à tradição e ao respeito pelo equilíbrio homem/natureza.

O Cabo Sardão e o seu Farol foram outro ponto de paragem, onde se percebeu a importância deste local não só na geografia mas também na história. A 17ª temporada do Terras Sem Sombra terminou sobre a proteção de Nossa Senhora do Mar, com vista para o portinho da Entrada da Barca.

De junho a setembro, o festival passou por 10 concelhos de todo o Alentejo, deu visibilidade ao seu património e apresentou conceituados artistas internacionais na área da música erudita, em atividades gratuitas, com o apoio da Direção-Geral das Artes e dos respectivos municípios.

O Vinhas de Monsaraz DOC Alentejo, nas versões branco, tinto e rosé, em embalagem Pouch são as recentes novidades das lojas Continente, que comercializa estes vinhos em exclusivo. Com capacidade de 1,5L e PVP de 5,99€, estas embalagens Pouch são ideias para conservar o vinho após a abertura porque o conteúdo permanece sempre em vácuo à medida que vai sendo servido, conforme nota de imprensa enviada à nossa redação.

A inovadora embalagem Pouch é reciclável, inquebrável e extremamente leve, além de possuir uma pegada de carbono muito baixa em comparação com as tradicionais garrafas de vidro. É fácil de transportar, devido às pegas, e de refrigerar porque cabe no frigorífico. Tem ainda uma torneira para servir o vinho com facilidade.

Produzido pela Carmim (Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz) com a marca Vinhas de Monsaraz, o vinho tinto destaca-se pelo aroma de frutos vermelhos maduros integrados com notas de especiarias e pelo sabor elegante, frutado e equilibrado com suaves taninos; o ‘Vinhas de Monsaraz’ branco é frutado, com notas citrinas e de frutos tropicais e tem um sabor fresco, intenso e equilibrado; o

rosé tem aroma de frutos vermelhos envolto em notas florais e tem também um sabor fresco, intenso e equilibrado.

O apoio à produção nacional e a disponibilização do melhor que se produz nas diversas regiões vitivinícolas nacionais está na génese do trabalho que o Continente tem vindo a desenvolver ao longo dos anos.

Toda a informação sobre prémios, preços, descontos, tipos de vinho, região, intensidade, tipo de pratos, ideias para acompanhar os vinhos e até mesmo a melhor forma de armazenar o produto estão disponíveis em continente.pt.

A Universidade Sénior de Évora (USE) iniciou o Ano Lectivo 2021-2022 no passado dia 13 de Setembro. Este novo ano é especial para a USE, porque se comemoram 15 anos desde que iniciou o seu primeiro ano lectivo ao serviço da comunidade sénior, em especial dos seniores do concelho de Évora, conforme nota de imprensa enviada à nossa redação.

Este novo ano lectivo conta com cerca de 30 disciplinas, nas áreas temáticas da História Contemporânea, Idiomas nomeadamente o Inglês, da Psicologia, da Meditação e Bem-Estar, Artes várias, da Saúde, das Tecnologias como Informática e Fotografia Digital, Literatura, entre outras.

A USE vai continuar a promover a aprendizagem ao longo da vida, tendo como principais objectivos a promoção do envelhecimento activo, através da dinamização de actividades educativas não formais para pessoas acima dos 50 anos. Estas actividades permitem combater o isolamento, a solidão e a exclusão social, bem como ocupar o tempo de forma útil e promover a integração e a inclusão social do sénior.

Para que a realização destas aulas seja possível, a USE conta também todos os anos com o apoio de Professores Voluntários, que todas as semanas despendem um pouco do seu tempo para ensinar, conviver, partilhar e principalmente contribuir para a prossecução dos nossos objectivos. Por tudo isto, fica aqui um agradecimento a todos os voluntários e ao seu contributo, que juntamente comos alunos fazem da USE uma instituição de sucesso e em crescente desenvolvimento.

Para além das disciplinas regulares, a USE dispõe de uma programação mensal, em que todos os meses são dinamizadas actividades diferentes para os alunos, que incluem workshops sobre variados temas, visitas de estudo, clube de leitura e sessões de sensibilização.

Se gosta de aprender, conviver e viver activamente, a Universidade Sénior de Évora espera por si para o novo ano lectivo na Rua Fernanda Seno nº20 B, na Horta das Figueiras em Évora.

 

 

No dia Mundial da Monitorização da Água, a AdSA informa que adjudicou recentemente o contrato para a execução do Programa de Monitorização do Ambiente Marinho junto e na envolvente do Emissário Submarino, para os próximos 3 anos (2021/2024), constituindo um investimento por parte da empresa de €87.996,00 (oitenta e sete mil, novecentos e noventa e seis mil euros).

O Programa de Monitorização do Ambiente Marinho junto e na envolvente do Emissário Submarino, é um projecto determinante, em desenvolvimento desde 2007, e que tem como objetivo avaliar o impacte ambiental da descarga da ETAR de Ribeira dos Moinhos através do Emissário Submarino de Sines na zona costeira. Esta iniciativa incluiu a recolha de amostras na coluna de água e nos sedimentos para avaliação do estado do meio recetor e uma componente de modelação para interpretação dos processos que determinam o impacte, tendo pretendido determinar impactes a 3 níveis: microbiológico, trófico e sedimentar, tendo ainda sendo desenvolvida, na segunda e terceira fase, a avaliação da ação potencialmente tóxica dos contaminantes na proximidade do emissário.

Os resultados da terceira fase, concluída em agosto de 2020, evidenciaram que este estudo tem demostrado uma elevada qualidade ecológica dos habitas em todos os locais amostrados, e que as condições do meio recetor mantêm padrões típicos destas zonas costeiras, sem nenhuma influência antropogénica.

Agora, e até final de 2021, será executada a 1.ª de seis campanhas previstas no âmbito desta adjudicação, dando continuidade ao trabalho desenvolvido pela Águas de Santo André, S.A., desde 2007.

A Águas de Santo André, S.A, pretende com esta monitorização ser um exemplo nacional e garantir que toma todas as medidas necessárias atempadamente para continuar a garantir a proteção do ambiente e da zona envolvente da sua área de actuação. A AdSA está comprometida em preparar a empresa para os novos desafios e é por isso que está previsto e em curso um conjunto de investimentos avultado que garante que a empresa continuará a ser uma referência no setor do ambiente em Portugal.

Fonte: Águas de Santo André

Tal como a Rádio Campanário já tinha noticiado, face à atual crise humanitária no Afeganistão, a Universidade de Évora (UÉ) vai disponibilizar dez posições para trabalhadoras afegãs e permitir o acesso, em fase de ingresso excecional, desde que acordado com a tutela, a estudantes afegãos que pretendam prosseguir os estudos de ensino superior em Portugal.

Na altura, Ana Costa Freitas, Reitora da Universidade de Évora, explicou que tomou esta iniciativa porque “é impossível ficarmos indiferentes ao sofrimento do povo afegão e, muito concretamente, das mulheres afegãs”. Para a Reitora da UÉ, “a proteção dos Direitos Humanos, como o Direito à Educação, têm de ser salvaguardados e, enquanto dirigente de uma Instituição de Ensino Superior, cuja missão é produzir e transmitir conhecimento, não posso deixar de sentir que temos, de alguma forma, e na medida das nossas possibilidades, contribuir ativamente.”

A iniciativa foi de imediato comunicada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), que tutela a instituição, e está neste momento a ser articulada com o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE). As questões práticas relacionadas com o enquadramento político, institucional e legal da iniciativa serão conhecidas a breve trecho.

À margem da primeira Conferência Mundial sobre Turismo sustentável, a Rádio Campanário falou com Ana Costa Freitas no sentido de saber em que ponto de situação se encontra o processo da receção por parte da universidade dos trabalhadores/estudantes vindos do Afeganistão.

A reitora da Universidade de Évora informou que não tinha ideia sendo que, “eu dei esta indicação ao senhor Ministro da Ciência e sei que ele falou com o Ministro dos Negócios Estrangeiros e com o Ministério correspondente para receber estas pessoas", destacando que de forma autónoma "eu não posso fazer nada".

Todo o processo envolve vários trâmites legais, segundo a reitora, "os estudantes estrangeiros para virem tem que ser reconhecidos como estudantes e tem que lhes ser dado" concurso "para eles entrarem, eu estou aberta para isso, e os funcionários a mesma coisa, só entram professores na função pública por concurso."

Para que seja possível, "este tem que ser um caso excecional, foi isso que eu disse ao Ministro, eu estou disponível para, tem é que me dar os meios."

Em conclusão a reitora refere que "nada disto se pode fazer de um dia para o outro, eu gostei de dar esta indicação, gostaria imenso que viessem e estou à espera que me contactem para isso."

O Alentejo surpreende, sobretudo, os vistantes pela sua cultura e tradições, bem como a sua gastronomia e as suas gentes. Como tal há vários locais a visitar cheios de historia e únicos em Portugal. Segundo o jornal Brasileiro, Jornal o Semanario, estes são os locais a visitar no Alentejo.
Em Évora, a maior cidade alentejana, o seu centro histórico é considerado Património da Humanidade pela UNESCO, com edificações datadas de diversas épocas diferentes: como o Templo de Évora, construído pelos romanos; a Igreja de São Francisco, que começou a ser edificada no século 15; e o Aqueduto da Água de Prata, erguido no período renascentista. Para completar, não muito longe de Évora é possível encontrar o Cromeleque dos Almendres, um monumento megalítico de mais de 5 mil anos.

Em Mértola, no meio de um parque natural com vista para o rio Guadiana, Mértola é um destino peculiar no Alentejo: há centenas de anos, foi uma cidade romana.
Mais tarde, porém, também foi a capital de um reino árabe. Por isso, o lugar preserva relíquias desses diferentes povos, como uma mesquita, que hoje funciona como igreja católica, e o seu castelo, que foi a sede da Ordem de Santiago no século 14.
O destino ainda conta com hospedagens aconchegantes e que evidenciam a simplicidade e sossego, fortes características do conceito turismo rural na região. Para completar, é o ponto de partida perfeito para curtir a natureza do Parque Natural do Vale do Guadiana e ver de perto a famosa cascata Pulo do Lobo.
Mourão é um pequeno tesouro à beira do Alqueva – o maior lago artificial da Europa. Assim definem essa pequena vila do Alentejo. Possui paisagens pitorescas, que misturam os campos dourados às águas do lago, vista essa que emoldura um dos seus principais pontos turísticos: o castelo de Mourão, construído em 1343 no alto de uma colina.
A vila também é muito conhecida por suas praias fluviais. Dentre outros destaques, estão o Jardim da Praça Pública, a Igreja Matriz de Nossa Senhora das Candeias e o Parque de Merendas, perfeito para um delicioso piquenique ao ar livre.

Serpa é cercada por colinas e vinhedos, esta vila alentejana possui um centro histórico muito bem preservado, e um passeio pelas ruas estreitas de pedras rodeadas por casas pintadas de branco é obrigatório para aqueles que a visitam. Na parte mais alta ficam as construções mais antigas, muitas construídas no período medieval, como a torre do antigo castelo. Serpa também é rodeada por uma muralha do século 13, e o monumental aqueduto com arcada italiana é imperdível.

Vila Viçosa é e foi um grande centro produtor de mármore. Por isso, ao caminhar pelas suas ruas, é possível observar como este tipo de pedra foi usada para adornar diferentes construções, sendo casas da nobreza ou não. O principal exemplo é o Paço de Vila Viçosa, antiga residência da família real portuguesa que conta com a fachada de 110 metros de comprimento totalmente revestida com o material. Para ver de perto a beleza dessas construções, o Alentejo Marmòris Hotel & Spa é um cinco estrelas que esbanja luxo e sofisticação em um ambiente exclusivo, que conta com um spa inserido numa pedreira natural.

Fonte: Jornal o Semanario


 

O Instituto da Conservação da Natureza e Florestas informou que o prazo de candidaturas ao Programa de Apoio ao Ordenamento e à Gestão Zonas de Caça 2021 foi prorrogado para dia 29 de Outubro de 2021 até ás 18 horas.

O apoio financeiro ao Programa de Apoio ao Ordenamento e à Gestão Zonas de Caça 2021 insere-se no eixo de intervenção “Funções ecológicas, sociais e culturais da floresta”, previsto na alínea d) do n.º 1 do artigo 5.º e na tipologia de ação “As intervenções relativas aos recursos cinegéticos, aquícolas e endógenos”, prevista na subalínea iii) da alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º, ambos do regulamento do FFP.

Pretende-se com este apoio promover o ordenamento e a gestão dos terrenos inseridos em zonas de caça, pressupondo a realização de investimentos de melhoria do habitat tais como instalação de campos de alimentação, comedouros, bebedouros, cercas, limpezas de matos, entre outros, com vista a fomentar os efetivos das populações cinegéticas, sendo que também estas ações contribuem para a conservação de espécies com estatuto de conservação desfavorável, tais como o lobo, o lince e algumas rapinas, ao aumentar as possíveis espécies-presa, através das medidas de ordenamento e melhoria do habitat, bem como de eventuais ações de repovoamento.

Podem beneficiar do presente regime de apoios as entidades detentoras de zonas de caça, de acordo com o disposto no artigo 14.º da Lei n.º 173/99, de 21 de setembro, na sua atual redação, que aprova a Lei de Bases Gerais da Caça, regulamentada pelo Decreto-Lei n.º 202/2004, de 18 de agosto, na sua redação atual, as Entidades gestoras de Zonas de Caça Associativa, Municipal e Turística.

A formalização das candidaturas é realizada pelos beneficiários junto do ICNF, I.P., mediante a submissão na plataforma eletrónica do Fundo Florestal Permanente (ffp.icnf.pt) e preenchimento de formulário próprio disponibilizado nessa plataforma.

Previamente à submissão das candidaturas o beneficiário deve proceder ao seu registo e autenticação na plataforma do ICNF, I.P. (fau.icnf.pt).

Para esclarecimentos devem enviar as vossas questões para o email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

Data de início: 23/07/2021                                                           

Data de encerramento (prorrogada): 29/10/2021, até às 18horas.

Fonte: ICNF

O Ministério Público pediu esta segunda-feira a condenação por crimes de auxílio à imigração ilegal e a absolvição dos de tráfico de pessoas de um homem e uma empresa acusados de traficar e explorar imigrantes no Alentejo.
Petrica Usurelu, de 43 anos, a esposa, Ionela Usurelu, de 37, e a empresa a Angy San, Ldª, representada legalmente e gerida pelo homem, são acusados, cada um, de 13 crimes de tráfico de pessoas e nove de auxílio à imigração ilegal e começaram hoje a ser julgados no Tribunal Judicial de Beja.
Na primeira sessão do julgamento, depois de Petrica ter sido ouvido e er negado a maiora dos crimes o procurador do Ministério Público considerou que estão "reunidos os elementos objetivos" para condenar Petrica e a empresa pelos crimes de auxílio à imigração ilegal, alegando ter ficado provado que permitiram a permanência para trabalharem em Portugal de nove cidadão moldavos "sem condições" para tal, já que só tinham visto turístico.

Mas, por outro lado, considerou que Petrica e a empresa devem ser absolvidos dos 13 crimes de tráfico de pessoas, por ter sido "praticamente nula" a prova produzida em tribunal de que os tenham praticado.

Um homem acusado de traficar e explorar imigrantes ilegais no Alentejo negou esta segunda-feira a maioria da acusação.

O julgamento, a decorrert em Beja, começou esta segunda-feira,onde o homem  tentou ilibar a esposa dos crimes pelos quais estão a ser julgados no Tribunal Judicial de Beja.

Tal como a RC já tinha noticiado, durante esta  manhã, o coletivo de juízes ouviu o arguido Petrica, já que Ionela não quis falar, e quatro testemunhas da acusação.

Os factos remonta a um casal romeno e uma empresa,  acusados de traficar e explorar no Alentejo imigrantes ilegais em Portugal, começam a ser julgados na segunda-feira, em Beja, por crimes de tráfico de pessoas e auxílio à imigração ilegal.

Segundo a acusação do Ministério Público, de acordo com o Observador que cita a Ag~encia Lusa,  Petrica Usurelu, de 43 anos, a esposa, Ionela Usurelu, de 37 anos, e a empresa de ambos, a Angy San, Ldª, são acusados, cada um, de 13 crimes de tráfico de pessoas e nove de auxílio à imigração ilegal e as  13 vítimas são nove cidadãos moldavos, três romenos e um búlgaro e, alegadamente, “estiveram a trabalhar sob controlo e ordens” de Petrica e Ionela, diretamente e/ou através da empresa, “em desrespeito pelo disposto no Contrato Coletivo de Trabalho celebrado para o setor, categoria e região”.

Apesar de receberem pela venda da mão-de-obra, adianta a mesma fonte, os arguidos não pagavam o que deviam aos imigrantes e mantinham-nos “em péssimas condições” de vida, “sujeitando-os a trabalhar várias horas por dia, à revelia da legislação laboral nacional, fazendo-os passar fome e frio, utilizando-os no seu interesse económico, ameaçando-os e retendo-lhes os passaportes”.

Petrica e Ionela aproveitaram-se “de tudo” para manterem as vítimas “sob a sua dependência pessoal e profissional”, “não se coibindo” de as “ameaçar com atos violentos” e denúncias às autoridades, “cientes da sua clandestinidade laboral e pessoal”.

Tudo isto para “obterem proventos financeiros”, indica a acusação, estimando que os arguidos conseguiram lucros “não inferiores a 14.629 euros” com esta atividade.

O Ministério Público pede ao tribunal para definir quantias para indemnizar as vítimas pelos prejuízos sofridos e para condenar os arguidos a pagarem ao Estado Português pelo menos o valor estimado das vantagens obtidas com a prática dos crimes.

Fonte:  CM/Observador

Há três programas interessantíssimos para fazer no Alentejo com os mais jovens. Segundo a Evasões são eles em Tróia, Grândola e Estremoz.

Em Tróia, encontram-se as Ruínas Romanas de Tróia que permitem aliar os passeios à história.

Com cerca de dois quilómetros de extensão as Ruínas Romanas de Tróia são o maior centro de salga de peixe do Império Romano, ocupado até ao século VI. Acredita-se que aqui tenham vivido e trabalho 1500 pessoas. A poucos metros do popular areal desta península, podem visitar-se e caminhar entre fábricas, casas, túmulos e zonas de banhos quentes e frios, descobertos há 500 anos. À medida que novos tanques de salga são descobertos por via de escavações ou da erosão natural voltam a haver surpresas.

Ruínas Romanas de Tróia. Tróia Resort, Tróia. Tel.: 939031936. Das 10h às 13h e das 14h30 às 18h. Encerra segunda e terça. Preço: desde seis euros. Grátis até aos 12 anos.

Em Grâdola, na Aldeia Mineira do Lousal, há várias coisas que se podem fazer, entre elas, visitar uma antiga mina onde moram centenas de morcegos.

A Aldeia Mineira do Lousal, onde funcionou uma das maiores extrações de pirite do século XX, é o palco para um programa em família sem pressas, às portas de Grândola. Até porque há muito para fazer. O Museu Mineiro mostra a maquinaria usada debaixo do solo e o quotidiano dos mineiros que ali viveram, enquanto o Centro de Ciência Viva descodifica a ciência de forma interativa. Junto às lagoas de cor verde e vermelha, que ganham este tom pelas suas águas ácidas, é possível equipar-se a rigor e entrar-se na Galeria Waldemar, zona da antiga mina aberta ao público, com piso regular, espaçosa o suficiente e acessível a qualquer idade. Lá dentro, é habitual avistarem-se morcegos, o que torna a atividade ainda mais surpreendente.

Aldeia Mineira do Lousal. Avenida Frédéric Velge, Lousal. Tel.: 269750520. Das 10h00 às 18h00. Encerra segunda. Preço: visitas à mina desde seis euros.

No que diz respeito a Estremoz, pode visitar o Museu Ciência Viva, onde se alia a teoria e  a prática em temas ligados à biologia e à geologia, assim como à nossa história.

O Museu Ciência Viva tem servido o mundo da ciência de forma divertida, intuitiva e didática, aliando painéis informativos com jogos e instalações para meter as mãos na massa. Pelas salas de exposição do Museu Ciência Viva de Estremoz, as temáticas vão variando, da geologia desta cidade às tabelas periódicas, ao sistema solar, vulcões e sismos, sem esquecer as diferentes energias que usamos no dia-a-dia, a evolução humana, a preservação do planeta e a sustentabilidade. Dois dos ex-líbris do espaço são a réplica de T-Rex que aqui “vive” e o submarino com realidade virtual que permite navegar pelo oceano, sem sair do mesmo sítio. É um museu ideal para turmas e famílias.

Museu Ciência Viva de Estremoz. Convento das Maltezas, 62A, Estremoz. Tel.: 268334285. Das 10h às 18h. Encerra segunda. Preço: bilhete desde três euros.

Fonte: Evasões

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