O ensopado de enguias é um prato muito apreciado especialmente por quem é apreciador de peixe.

A sugestão que lhe deixamos hoje é uma verdadeira viagem pelas margens do Guadiana com esta deliciosa iguaria....

 

Veja a receita:

 

Ingrediente: Enguias, cebola, tomate, azeite, alho, louro, coentros, hortelã da ribeira

Preparação: Lavar muito bem as enguias até que saia o limo branco que costuumam ter, enxugar com papel de cozinha e cortar em bocados regulares. Temperar com sal.

Cortar as cebolas em rodelas e alourar em azeite, juntar o tomate cortado, o dente de alho esmagado, o louro, os coentros, e a hortelã da ribeira.

Deixar refogar um pouco, regar com vinho branco, e quando evaporar introduzir as enguias, envolvendo-as bem.

Apurar em lume brando, cerca de 15 minutos. Servir com sopas de pão frito em azeite.

O projeto BUSINESS+ 2.0 é um programa dinamizado pela NERSANT, NERPOR, NERE e NERBE/AEBAL e pretende dar resposta a um conjunto de fatores críticos de competitividade regional, identificados nos diagnósticos das principais estratégias da região do Alentejo (Programa Operacional Regional do Alentejo - PO Alentejo 2020 e Estratégia Regional de Especialização Inteligente do Alentejo - RIS3 Alentejo), e ainda no Plano de Ação Regional do Alentejo 2020 (PAR Alentejo 2020), na vertente das dinâmicas empreendedoras da região.

O projeto BUSINESS+ 2.0, visa a promoção do espírito empresarial através da dinamização do empreendedorismo qualificado e criativo, com vista à concretização de novas empresas assentes nos Domínios de Especialização da RIS3 Alentejo.

A partir deste objetivo identificaram-se as atividades e os objetivos específicos e operacionais, de forma a satisfazer as necessidades e lacunas que estão na base das falhas de mercado, detetadas no diagnóstico realizado.

Desta forma, foram estruturadas um conjunto de atividades, devidamente interligadas entre si, entre as quais:

  • Levantamento e Implementação de um plano de ação "Repensar o Empreendedorismo na Região";
  • Desenvolvimento de Ateliers de Criatividade e Ações de Sensibilização ao Empreendedorismo;
  • Realização de Ciclo de Empreendedorismo com ações de Benchmarking e Relatório de Análise de Oportunidades e Tendências do Empreendedorismo na Região;
  • Implementação de Concurso de Ideias;
  • Implementação de Programa de Aceleração para Startups;
  • Realização de Mostra de Inovação Regional;
  • Desenvolvimento técnico e tecnológico de aplicação com ferramentas virtuais de apoio ao empreendedor;
  • Realização de Ciclo de Conferências Internacionais sobre Empreendedorismo.

Com candidaturas abertas até 21 de outubro, serão premiadas as melhores ideias de negócio através de um prémio de 2 mil euros à melhor ideia e mil euros ao segundo classificado, bem como bolsas de 700 euros mensais durante 3 meses aos 10 melhores empreendedores, dois em cada região.

 

Foram hoje divulgados os dados mais recentes relativos aos inscritos no ensino superior, revelando que o número de inscritos no ensino superior atinge o maior valor de sempre, com 433 217 inscritos nas universidades e politécnicos no último ano letivo (2021/22) e crescendo 5.2%.

Este resultado mantém Portugal na trajetória necessária para atingir as metas de qualificação de longo prazo e que visam atingir até 2030 uma taxa média de frequência no ensino superior de seis em cada dez jovens com 20 anos e atingir 50% de graduados de ensino superior na faixa etária dos 30-34 anos. A taxa de escolaridade do ensino superior da população residente entre os 30 e os 34 anos atingiu 44,5% no 2.º trimestre de 2022, mantendo-se acima da meta europeia de 40%.

O ano letivo em que se tinha verificado maior número de inscritos até ao momento tinha sido o ano letivo 2020/21, com 411 995 inscritos. O número de inscritos tem vindo a aumentar sucessivamente desde que atingiu um mínimo de 358 450 em 2015/16, tendo crescido 21% desde então.

Os dados hoje divulgados pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) revelam que:

· Em 2021/2022, inscreveram-se em estabelecimentos de ensino superior um total de 433 217 alunos, mais 21 222 (5,2%) do que no ano letivo anterior, dos quais 351 195 (mais 4,8%) no ensino superior público e 82 022 (mais 6,7 %) no ensino superior privado;

· Em estabelecimentos de ensino superior universitário estavam inscritos 274 594 alunos (mais 5,1%) e em estabelecimentos de ensino superior politécnico estavam inscritos 158 623 (mais 5,3%);

· 75,4% dos alunos estavam inscritos em ciclos de estudos de formação inicial: 19 526 em cursos técnicos superiores profissionais, 268 083 em licenciaturas e 38 884 em mestrados integrados. O número de inscritos em mestrado integrado reduziu-se substancialmente face ao ano letivo anterior em virtude da descontinuação desses ciclos de estudo nas áreas da Engenharia e Psicologia.

· À semelhança do ano anterior, as áreas das “Ciências empresariais, administração e direito”, da “Engenharia, indústrias transformadoras e construção” e da “Saúde e proteção social” apresentaram a maior expressão com, respetivamente, 96 635 (22,3%), 87 975 (20,3%) e 66 092 (15,3%). Estas três áreas representam, em 2021/2022, 57,9% do total dos alunos inscritos;

· As áreas de educação e formação em que se verificaram as maiores taxas de crescimento de alunos inscritos neste último ano letivo: “Educação” (mais 11%) e “Tecnologias da informação e comunicação (TICs)” (mais 9%);

· Nos estabelecimentos de ensino superior encontravam-se inscritos em 2021/2022, ao abrigo de programas de mobilidade internacional de crédito, 16 002 alunos (3,7% do total dos inscritos), o que vem confirmar a tendência de crescimento registada nos últimos anos e que foi interrompida em 2020/2021, por motivos da pandemia;

· Nos estabelecimentos de ensino superior estavam inscritos 49 916 alunos que completaram o ensino secundário no estrangeiro, representando 11,5% do total dos inscritos nos estabelecimentos de ensino superior portugueses em 2021/2022. Em relação ao ano anterior, houve um aumento de 6% deste universo de inscritos;

· Os inscritos em mobilidade de grau concluíram maioritariamente o seu ensino secundário no Brasil (32,8%), em Guiné-Bissau (12,4%), em Cabo Verde (10,7%) e em Angola (8,2%). França, em 5.º lugar, com 2 798 alunos correspondente a 5,6% deste universo de inscritos surge como o primeiro país europeu em que mais destes alunos concluíram o seu ensino secundário.

 

Os dados completos podem ser consultados em https://www.dgeec.mec.pt/np4/EstatVagasInsc/.

 

A sexta edição do Fórum do Património realiza-se este sábado, dia 1 de outubro, em Estremoz, num contexto de forte e prolongada pressão da promoção imobiliária e turística sobre o património cultural construído do nosso país.

A organização do Fórum do Património de 2022, sob o tem geral PATRIMÓNIO E PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA”, está a ser pilotada por ONG alentejanas, com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz e do ICOMOS-Portugal.

A Vice-Presidente da CCDR Alentejo, Carmen Carvalheira marcou presença e falou à Rádio campanário.

Carmen carvalheira começou por nos referir “o património pode e deve ser uma ferramenta fundamental no desenvolvimento do território” acrescentando ainda “o património pode ser usado em várias áreas e de forma muito transversal.”

A Vice-Presidente da CCDR Alentejo sublinha a importância do património “enquanto ferramenta cultural considerando-o muito estruturante na governação regional e local.”

A representante da CCDR Alentejo recordou que se “está a iniciar-se um ciclo onde os Municípios serão os principais responsáveis pelo património e onde é muito importante que todas as entidades estejam profundamente ligadas e articuladas para que o Património seja preservado e utilizado como ferramenta de desenvolvimento.”

Na sua opinião, refere ainda “a população, para além de sensibilizada, deve ser envolvida porque o património é identidade.”

A inauguração da exposição permanente A Água em Évora – Percursos e Memórias, complementada com dois percursos históricos pela cidade, assinala a reabertura da Unidade Museológica CEA (antiga Central Elevatória de Água), agendada para hoje, dia 1 de outubro, Dia Nacional da Água.

Após um período de encerramento, para a realização de obras de manutenção e renovação das suas instalações, a estrutura que está integrada na recém-criada Rede de Equipamentos Culturais Municipais, reabre portas com uma nova exposição permanente, a qual oferece também a possibilidade de realização de dois itinerários históricos.

Estes itinerários, um intramuros e outro extramuros, visam dar a conhecer o património edificado afeto à captação e distribuição de água, desde a Antiguidade, passando pela Época Moderna, até ao século XX. Monumentos que contam a história da necessidade e das tentativas de dotar a cidade de um sistema de distribuição de água complexo e eficaz.

A Câmara Municipal de Évora, sendo proprietária da Unidade Museológica CEA e a responsável pela sua remodelação, realiza a exposição e os respetivos percursos, numa parceria com o Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo. Os dois itinerários são de fruição pública do património hidráulico municipal e do acervo sobre a mesma temática existente no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo.

A Unidade Museológica CEA iniciou a sua atividade em março de 2004 e, desde então, além da atividade inerente à exibição ao público do seu acervo, tem promovido várias iniciativas de animação e promoção do mesmo, destinadas quer ao público escolar e associativo, quer ao público em geral.

Atualmente, a Unidade Museológica CEA engloba um conjunto de infraestruturas que constituem um testemunho único do património hidráulico da cidade de Évora do século XX, de elevado valor histórico, artístico e industrial.

A Câmara Municipal de Évora, baseando-se em estudos sobre o tema, desenvolve um trabalho de reabilitação e de musealização das infraestruturas que compõem a CEA, e os vários espaços do seu complexo, os quais permitiam o armazenamento e a distribuição da água. Desta forma, dá a conhecer a história do abastecimento em Évora e valoriza, revitaliza e preserva o património da cidade associado a este processo.

Do conjunto da antiga CEA, pode destacar-se a estação elevatória, construída nos anos de 1930, que alberga ainda a última maquinaria que aí funcionou e uma série de contadores de água. Legado material do município que ilustra a evolução técnica de medição do caudal de água para consumo público, durante o século XX.

A partir de hoje as famílias portuguesas bvão pagar mais pela eletricidade e pelo gás.

Na eletricidade, a ERSE-  Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos  anunciou o aumento de 5 euros por megawatt/hora no preço da luz no mercado regulado , o que equivale a 0,5 cêntimos por kWh.

Segundo a entidade, e de acordo com ainformação avançada pelo ECO, isto vai representar um aumento de cerca de 3% na fatura do cliente.

No caso do gás, a subida do preço  terá um impacto médio de 18 euros mensais, antes de taxas e impostos, ou seja, o aumento rondará os 22 euros. A EDP anunciou o aumento mais elevado . A  Galp anunciou o aumento de  8 euros a fatura mensal do gás e a a Goldenergy encareceu a fatura mensal em 10 euros.

O mercado regulado sobe o  preço do gás em 3,9%.

Fonte: ECO

O Município de Vila Viçosa está a requalificar as entradas a sul e a norte de Vila Viçosa.

De acordo com a informação avançada pelo Município de Vila Viçosa, numa publicação efetuada nas suas redes sociais, os trabalhos iniciaram-se recentemente.

Irão ser realizados trabalhos de repavimentação e sinalização nos acessos rodoviários a sul e a norte de Vila Viçosa.

O Presidente da Câmara Municipal, Inácio Esperança, acompanhou os trabalhos iniciais e deu as boas vindas à equipa que irá proceder a esta requalificação.

Veja as fotos divulgadas pelo Município de Vila Viçosa:

 

 

As obras na Estrada de Cabrela, na parte que pertence ao Concelho de Vendas Novas, já estão terminadas, e a mesma está desde hoje, 29 de setembro, reaberta à circulação.

Com um investimento municipal de 574 mil euros (empreitada e fiscalização), a obra contemplou trabalhos de demolição dos pavimentos danificados, reperfilamento da faixa de rodagem, substituição das passagens hidráulicas danificadas, repavimentação do troço e sinalização rodoviária, dotando esta via de maiores condições de circulação e segurança para os automobilistas, tendo sempre em vista a qualidade de vida e o bem-estar da população.

Da parte do Município foram envidados todos os esforços junto do empreiteiro para que terminasse a obra o mais rápido possível, de forma a restabelecer a normalidade na circulação entre a vizinha vila de Cabrela e Vendas Novas, tendo sido concluída em cinco meses.

A autarquia continua apostada em valorizar o território através da qualificação da rede viária, tendo já concluído as intervenções na estrada que liga Piçarras ao limite do Concelho, na ligação entre Landeira e Nicolaus e encontram-se quase finalizadas as obras da Av. 25 de abril.

 

 

A sexta edição do Fórum do Património realiza-se este sábado, dia 1 de outubro, em Estremoz, num contexto de forte e prolongada pressão da promoção imobiliária e turística sobre o património cultural construído do nosso país.

Localmente, o ativismo patrimonial desenvolve-se sobretudo através das organizações de cidadãos presentes no terreno.

A organização do Fórum do Património de 2022, sob o tem geral PATRIMÓNIO E PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA”, está a ser pilotada por ONG alentejanas, com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz e do ICOMOS-Portugal.

O encontro decorre na Biblioteca Municipal de Estremoz e a Rádio Campanário acompanhou o início dos trabalhos e falou com José Daniel Sadio, Presidente da CM de Estremoz sobre a importância da realização deste Fórum para o concelho

O Autarca começou por nos adiantar “nós em Estremoz gostamos de receber tudo o que tem a ver com a cultura, com o património, com o desenvolvimento do concelho e do país, acolhemos com toda a boa vontade este evento.”

Para José Daniel Sadio este evento deve ser encarado também numa lógica de “promoção e divulgação do concelho de Estremoz”. O Edil sublinha ainda que até final do ano outros eventos, neste âmbito, estão programados para Estremoz.

Queremos que Estremoz seja um espaço de eventos e de animação cultural do nosso distrito e do nosso país” acrescentou ainda o presidente estremocense que sublinhou ainda “Estremoz é uma terra riquíssima em património, e por isso esta é uma temática que muito nos interessa.”



 

O PSD questionou esta sexta-feira se o Governo pode garantir que a construção do Hospital Central do Alentejo, em Évora, está concluída no próximo ano e por que razão diminuiu o investimento nesta obra.

A pergunta foi endereçada ao Ministro da Saúde, manuel Pizarro pelo PSD com o objetivo de saber se o Governo pode  “garantir que a obra do novo Hospital Central do Alentejo” vai estar concluída “no final de 2023”, de modo a “não se perder o financiamento” do programa operacional regional do Alentejo.

De acordo com a informação avançada pelo Observador, a bancada do PSD sustenta que dos 183 milhões de euros em investimento previsto, 40 milhões são cofinanciados pelo programa operacional regional.

O PSD está preocupado com a verba inscrita no orçamento de estado para a construção deste Hospital uma vez que se previa investir 54 milhões de euros no Hospital Central do Alentejo no corrente ano, mas surgem apenas dois milhões para esta obra na atualização do quadro de investimentos plurianuais.

Leia a notícia completa em Observador

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