Comentário semanal do deputado João Oliveira aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 22 Jan. 2020

O deputado João Oliveira, eleito pelo círculo de Évora da CDU à Assembleia da República, no seu comentário desta quarta-feira, 22 de janeiro, abordou os avanços na construção do Aeroporto do Montijo e as novas tabelas de IRS.

João Oliveira começa por lembrar que “existia um parecer que condicionava a construção do Aeroporto no Montijo, mas ao que parece foi ultrapassado”.

O deputado considera que “não são boas notícias”, acrescentando “penso que a opção de construir o aeroporto no Montijo é uma opção errada”. João Oliveira justifica a sua afirmação com o facto de “ser prejudicial para as populações limítrofes e é uma opção que a curto prazo está completamente condicionada”.

João Oliveira refere que “existem vários estudos que suportam a ideia de que a opção ideal seria a utilização da Base Aérea de Alcochete”, acrescentando que “em termos de impactos ambientais Alcochete apresentava muito menos, bem como, o melhor desenvolvimento dos trabalhos aeroportuários”.

O deputado refere que “o Ministro das Infraestruturas disse ao PCP que o investimento em Alcochete era mais elevado que no Montijo, e que implicava a construção de uma terceira travessia sobre o Tejo, não estando o Governo disponível para assumir esses encargos”.

O argumento apresentado “é de 2ª categoria”, segundo o PCP e “estamos perante uma opção que desconsidera o Aeroporto de Beja”. João Oliveira afirma que “desde que foi criado temos assistido a um constante desinvestimento do aeroporto de Beja”.

Relativamente ás novas tabelas de IRS, João Oliveira considera que “é tudo uma questão de tesouraria”, explicando depois que “o que acontece é que no fim, quando é feita a liquidação do IRS as pessoas ficam na mesma”.

João Oliveira refere que “ao existir a redução das taxas de IRS, a diferença, é que as pessoas no final do mês têm mais dinheiro disponível, no entanto, em maio do ano seguinte acabam por ter de pagar o imposto”.

O deputado refere que “o Governo inicialmente não queria reduzir as taxas do IRS acompanhado a redução na retenção na fonte”, acrescentando que “o Governo considerou que isso lhe causava perdas de milhões de euros e que só poderia refletir nas taxas de retenção na fonte”.

Para o João Oliveira “o problema que temos agora é a inexistência de Orçamento do Estado para 2020, o que significa que quaisquer acertos que tenham que ser feitos já ocorrem com o ano em curso”.

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