Alentejo

Comentário semanal da Deputada Sónia Ramos, aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 16 maio 2022

Na revista de imprensa de hoje, dia 16 de maio, contámos, com o comentário da Deputada do PSD, Sónia Ramos.

Foram abordados os temas: as previsões de Bruxelas que apontam para Portugal como o País da UE com maior crescimento em 2022, o corte nos impostos que leva a uma poupança de 11 euros por depósito de combustível mantendo-se uma carga fiscal elevada e o final do prazo para entrega das candidaturas às diretas do PSD e as possíveis tensões internas que possam desmobilizar os militantes.

No que diz respeito ao primeiro tema, a Deputada Sónia Ramos começou por referir que “se essas estimativas se concretizassem ficaríamos todos muito contentes”. Ainda assim a Deputada confessa “não acredito nesses resultados até porque o próprio governo tinha previsto uma inflação muito inferior aquela que se verificou no mês de abril e portanto, os dados neste contexto internacional, saídos de uma pandemia de dois anos, e com a possibilidade de irmos para uma sexta vaga, assim como com uma guerra a acontecer, é evidente que qualquer projeção terá menos grau de probabilidade de se concretizar do que em circunstâncias normais.”

Ainda a este propósito a nossa comentadora refere “o PSD e eu própria os votos que fazemos é que estas projeções se concretizem, pois, seria muito bom para a nossa economia.”

Relativamente ao segundo tema, a poupança que os Portugueses estão a ter nos combustíveis pelo facto de o governo ter aplicado um corte nos impostos, a Deputada do PSD, questionada se em sua opinião o Governo poderia ir mais além nesta matéria, refere “é evidente que o governo podia ir mais longe na questão dos combustíveis” acrescentando “mais de metade do preço dos impostos que nós pagamos no posto de combustível vai para impostos e, portanto, toda essa margem está na mão do governo.”

Para a Deputada Social Democrata “parece que o governo está a fazer uma grande coisa, mas não está.” Certo é que, refere ainda, “todos nós, na nossa economia familiar, empresarial ou industrial, sentimos o impato do aumento dos combustíveis mesmo com este apoio do Governo, pois se assim não fosse provavelmente teríamos o país parado.”

Para Sónia Ramos, “nós não temos capacidade para aguentar na nossa economia o preço a que os combustíveis estão “dando como exemplo “o caso de instituições sociais, que ao nível de centros de dia ou SAD, tem um aumento de despesa corrente na ordem dos 30%, o que se revela um impato absolutamente extraordinário.”

“O Governo está a fazer o mínimo do que devia fazer e, considerando o encaixe de dinheiro que está a fazer com o aumento da inflação, podia fazer muito mais para ajudar os portugueses no seu dia-a-dia relativamente aos combustíveis. Corremos o risco das micro e médias terem que fechar as suas portas” adianta ainda a deputada Sónia Ramos.

No que diz respeito ao terceiro e último tema, a deputada Social Democrata adiantou “sempre pensei que não surgiram mais candidaturas para além das duas que são conhecidas”. Relativamente a possíveis tensões internas no seio do PSD, a Deputada Sónia Ramos refere “não sei que tensões serão essas, penso que o processo está a correr de forma normal e no dia 28 os militantes vão falar.”

A deputada Sónia Ramos termina dizendo “eu própria já refleti e tomei a minha decisão de apoio à candidatura de Luís Montenegro.”

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