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Revista de Imprensa

Comentário semanal do deputado João Oliveira aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 10 Fev. 2021

Como e quando deve o país começar a desconfinar? É discussão do momento, depois do encontro de ontem no Infarmed entre especialistas e políticos. O tema foi também o ponto central do comentário semanal do deputado João Oliveira na Revista de Imprensa da Rádio Campanário.

O deputado comunista evidência a divisão entre especialistas para dizer que é necessário encontrar medidas que respondam simultaneamente aos problemas atuais, “com a pressão sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS) à cabeça”, e aos problemas do futuro. É preciso, diz João Oliveira, encontrar resposta para perguntas como “Em que condições vamos sair do confinamento? Saímos do confinamento e voltamos ao mesmo? As pessoas voltam a trabalhar nas mesmas condições? Voltam a deslocar-se nas mesmas condições?”.

Considera João Oliveira que atualmente o maior problema é a “pressão sobre os serviços de saúde porque o aumento do número de infetados e de internados, sobretudo em UCI, faz com que os profissionais de saúde não sejam suficientes para tratar tantos doentes.” E a resposta para este problema não pode passar só pelo confinamento, já que “as consequências económicas e sociais das medidas de confinamento podem estar a criar um inferno no nosso país”. “Há outras medidas ao lado que devem ser tomadas para que exista um equilíbrio e não resolver o problema de saúde à custa de 1001 problemas de outra natureza que se criam”, diz João Oliveira.

Para o deputado comunista, “a prioridade das prioridades é garantir a vacinação rapidamente, dentro dos prazos previstos, garantindo o cumprimento do plano de vacinação, ainda que isso implique a compra de vacinas fora dos contratos da União Europeia com as farmacêuticas”, conclui. Outra medida defendida por João Oliveira é reforço das equipas de saúde pública para interromper as cadeias de transmissão. “E isso tanto pode ser feito pelo confinamento como pelo aumento do número de testes”, diz João Oliveira, considerando ainda ser necessário “o reforço de médicos, de técnicos de saúde ambiental, de enfermeiros, de todos os profissionais que possam ser mobilizados para esse trabalho”.

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