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Comentário Semanal do eurodeputado Carlos Zorrinho aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 12 Jan. 2021

O eurodeputado Carlos Zorrinho, eleito pelo PS, no comentário desta terça-feira, dia 12 de janeiro, abordou aos microfones da Rádio Campanário o regresso ao confinamento em Portugal devido à COVID-19, as eleições presidenciais e as acusações de António Costa a Paulo Rangel e Poiares Maduro de estarem a liderar uma “campanha internacional contra Portugal”.

Sobre o regresso ao confinamento devido ao aumento do número de casos de COVID-19 em Portugal. Carlos Zorrinho afirma que “todos imaginámos que uma vez ultrapassado e controlado o segundo pico da pandemia, que tínhamos passado o ponto mais difícil e começámos a ver a luz ao fundo do túnel com as vacinas, mas a verdade é que as estirpes evoluíram e a contaminação está muito alta por todo o mundo. A resposta que foi dada foi insuficiente”.

Questionado sobre se as medidas do Natal, caso se soubesse que no período após iria ser assim, teriam sido as mesmas diz: “Claro que não. Prognósticos no fim do jogo são sempre fáceis”.

O eurodeputado recorda as palavras do Presidente da República de que “houve um contrato de confiança com os cidadãos, mas esse contrato não foi cumprido”.

A Ministra da Saúde, Marta Temido, já admitiu a hipótese de uma requisição civil. Questionado sobre se esta hipótese irá avançar o socialista admite que “se se chegar a um nível em que é preciso mobilizar todos os meios, obviamente que não se pode deixar as pessoas morrerem. Quando houver a possibilidade de evitar que uma pessoa morra, tem de se mobilizar todos os discursos”.

“Estamos numa fase em que a ponderação dada à saúde pública tem de ser a maior de todas”, frisa Carlos Zorrinho.

Sobre o possível encerramento das escolas, afirma: “gostaria que fechassem”.

Relativamente às eleições presidenciais e questionado se estas deveriam ser adiadas devido à situação que vive o país, questiona “adiar por quanto tempo? Três meses é o limite máximo, mas já temos tantas situações de não normalidade que estar a criar mais uma acho que não beneficia. Acho que é preferível criar condições seguras para que as pessoas votem”.

Sobre a leitura que faz da campanha e dos debates entre os candidatos, refere que estes debates foram “importantes” e “esclarecedores”.

Atualmente já 112 mil pessoas pediram voto antecipado. Questionado se este número pode já revelar uma menor abstenção, o eurodeputado diz que “é bom muita gente pedir voto antecipado, mas não é a 15 dias das eleições que se pensa noutras formas de poder permitir que mais gente participe. A abstenção será sempre muito alta, mesmo que tivesse tudo normal”.

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