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Revista de Imprensa

Comentário Semanal do eurodeputado Carlos Zorrinho aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 16 Fev. 2021

Radicalização da extrema direita em Portugal, adiamento das autárquicas, mecanismo de recuperação e resiliência e análise dos dados da pandemia, foram alguns dos temas comentados pelo eurodeputado Carlos Zorrinho na edição desta terça feira, 16 de fevereiro, da Revista de imprensa da Rádio Campanário.

Se durante muitos anos Portugal foi um caso de estudo pelo facto de a extrema direita não conseguir penetrar no nosso país, como aconteceu em tantos outros na Europa, em 2020, “com o acordo dos Açores, em que o Chega passou a fazer parte de uma maioria, a direita radical institucionalizou-se”, considera Carlos Zorrinho. Pelo que “a partir de agora é mais um ator político com o qual temos de contar. E devemos distinguir os que são ideologicamente de extrema direita radical dos que votam em protesto. Os primeiros devem ser combatidos ideologicamente de forma muito forte, os outros têm sobretudo de ser ouvidos e compreendidos para que possamos dar-lhes respostas que os tragam de volta á casa da democracia”, conclui o eurodeputado.

Já quanto ao adiamento das autárquicas defendido pelo PSD, Carlos Zorrinho considera “relevante” o facto das campanhas autárquicas ser feitas muito porta-a-porta, mas acredita ser “muito prematuro” neste momento saber se adiando dois meses temos mais condições para fazer esse tipo de campanha. “Alterar os prazos constitucionais, deixar autarcas em gestão e atrasar todos os processos só por um motivo de força maior. E é ainda muito cedo para sabermos se existe esse motivo de força maior”, diz Carlos Zorrinho.

Com a pandemia em desaceleração, pelo menos os dados dos últimos dias assim o parecem demonstrar, a tentação de relaxar no cumprimento das medidas de confinamento pode ser grande, mas “não podemos abrandar, temos de ganhar a páscoa, não desconfinando até lá, para depois podermos renascer”, defende Carlos Zorrinho. É preciso, por isso, não só manter muitos apoios de resiliência à economia “para que esta possa aguentar nesta fase”, como também continuar depois da pandemia a dar “ainda mais apoio para que possamos recuperar e voltarmos a ter os níveis de criação de riqueza e de desemprego que tínhamos em 2019”, conclui Carlos Zorrinho.

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