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Revista de Imprensa

Comentário Semanal do eurodeputado Carlos Zorrinho aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 16 Mar. 2021

Na Revista de Imprensa desta terça-feira, 16 de março, contámos com o comentário do eurodeputado e representante do PS, Carlos Zorrinho, diretamente de Bruxelas. 

O nosso comentador abordou variados temas atuais sobre o covid-19, como a suspensão da administração da vacina Astrazeneca em Portugal, a ameaça do governo dos Açores em romper com o plano da UE, o chumbo da Eutanásia pelo Tribunal Constitucional, entre outros.

"A falha da Astrazeneca está longe de ser vencida", como consequência, "as vacinas estão a ser desenvolvidas em cenário real, ou seja, surgem novas estirpes que é preciso adaptar/alinhar e cada vez que se adapta uma vacina pode haver um impacto colateral". Situação que acaba por levar a questões de precaução, como ter de ser suspensa uma administração de um certo tipo de vacina. 

O eurodeputado Carlos Zorrinho, acaba por concordar com a decisão da UE e Portugal, no entanto lamenta que a agência da vacina Astrazeneca apenas se reúna na quinta feira, pois dadas as condições, "é preciso agir mais depressa". 

Questionado sobre a ameaça do governo dos Açores romper com o plano de vacinação da UE, o eurodeputado acredita que "efectivamente é uma forma de pressionar o governo, uma vez que agora o governo dos Açores é uma frente de oposição ao governo no continente". Continua mencionando que, "estão a usar politicamente uma necessidade que sentem todos os portugueses, os portugueses dos Açores, da Madeira e de Portugal". Já que, "todos os países estão a passar por isto, todos desejavam vacinar mais rápido".

Contudo, Carlos Zorrinho está confiante de que vamos chegar ao verão com as percentagens de vacinados desejadas. E salienta que, o importante é fazer todo o processo em segurança, porque variados especialistas explicaram ao longo do tempo de pandemia que, normalmente uma vacina demora mais ou menos 10 anos a estar num mercado e estas vacinas estiveram no mercado num ano apenas. "Portanto uma parte do desenvolvimento está a ser feito com amostras reais. Isto é um risco, mas este é um risco muito menor do que não vacinar". Finaliza o nosso comentador, mostrando confiança nos especialistas. 

 

No que toca à questão do chumbo da morte medicamente assistida pelo Tribunal Constitucional, Carlos Zorrinho diz que "Não é tanto sobre o resultado final, que é o direito de uma pessoa em consciência e em determinadas circunstâncias poder colocar termo à vida, mas sobre os pressupostos que estavam formulados". Na sua opinião, há que encontrar uma formulação jurídica e constitucional que seja absolutamente estrita e que não possa ser usada em casos que não sejam absolutamente
justificados. 

Para finalizar, o eurodeputado comentou o plano de desconfinamento a conta gotas de Portugal, e considera que "é um plano comprido, com rigor que conta com a colaboração das pessoas mas também tem uma monitorização e avaliação permanentes". Admite que é um plano realista e que todos somos fundamentais para o seu bom funcionamento. 

 

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