Alentejo

Comentário semanal do Eurodeputado Carlos Zorrinho, aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa Escrito por  21 Dez. 2021

Na revista de imprensa de hoje, dia 21 de dezembro, contámos com o habitual comentário do Eurodeputado do PS, Carlos Zorrinho. Foram abordados os temas: o congresso do PSD e ao discurso feito pelo líder do PSD assim como as sondagens que vão aproximando cada vez mais o PSD ao PS e a pandemia de covid 19, nomeadamente a nova variante Ómicron.

Em relação a este tema Carlos Zorrinho começou por referir “o congresso do PSD foi um congresso onde as partes fraturadas se curaram porque vêm aí eleições, o que é normal e legítimo”.

A este propósito acrescenta “têm algumas expetativas de ter um bom resultado” sublinhando “as sondagens mostram que embora o PS esteja à frente em todas elas, o que vamos escolher é saber se queremos António Costa primeiro ministro ou Rui Rio.”

O Eurodeputado do PS adianta “que esta trégua no PSD é normal”. Relativamente ao discurso do líder do PSD, Carlos Zorrinho considera que o mesmo “não foi muito positivo e foi um discurso sobretudo de diagnóstico e com o qual todos nós estamos de acordo: é preciso melhorar a justiça e melhorar os tempos para algumas áreas.”

O socialista espera que a “campanha seja esclarecedora e acho que era importante que alguns temas chave pudessem ser muito bem esclarecidos para que as pessoas saibam exatamente com o que podem contar” não deixando, contudo, de salientar que “os portugueses têm que se lembrar que a última vez que o PSD governou Portugal foi um tempo de grande empobrecimento.”

Questionado sobre o que mudou no Partido Socialista que justifique esta aproximação de Rui Rio a António Costa, em termos de sondagens, Carlos Zorrinho sublinhou “as sondagens são cada vez mais recados do momento e a minha convicção é de que as pessoas decidem cada vez mais na véspera, no dia em que vão votar, um pouco em função do seu estado de espírito e por isso as sondagens são indicadoras.”

O eurodeputado acrescenta igualmente “que não está posto de parte um resultado completamente diferente daquele que agora as sondagens nos mostram”. Ainda assim, salienta que “atualmente as pessoas estão muito casadas da pandemia e têm perante elas a escolha de um governo competente, mas que de alguma maneira já vai mostrando algum cansaço, e uma resposta nova e é isso que as pessoas vão escolher.”

Relativamente a esta mudança na disputa entre Rio e Costa, questionado se reconhece erros na governação socialista, Carlos Zorrinho refere “ já o tinha dito e acho que a reestruturação do Governo para um Governo mais leve, com menos ministros, mais focado nos temas chave, devia ter acontecido antes das eleições autárquicas.”

No que diz respeito ao segundo tema, a pandemia de covid 19 e o constante crescimento da nova variante Ómicron, Carlos Zorrinho destacou “temos tido uma capacidade de gestão forte, os portugueses têm sido excepcionais, o SNS, as Farmácias têm respondido e os portugueses têm estado muito receptivos à vacinação.”

“Nós temos feito tudo mas o vírus também nos tem dado a volta porque na verdade esta nova variante é muito mais agressiva no contágio apesar de menos agressiva nos impatos que tem o que eu acho que é um sinal, o canto do cisne que nos vai libertar desta pandemia ” concluiu Carlos Zorrinho, Eurodeputado do PS.

 

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