Alentejo

Comentário semanal do Eurodeputado Carlos Zorrinho, aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa Escrito por  31 maio 2022

Na revista de imprensa de hoje, dia 24 de maio, contámos com o habitual comentário do Eurodeputado do PS, Carlos Zorrinho. Foi abordado o tema:  A União Europeia venceu a resistência de Órban e aprovou o embargo parcial ao Petróleo Russo.

O deputado do PS começou, a este propósito, por referir “foi muito importante que este acordo tenha sido conseguido, é um acordo que ainda permite que seja importado algum petróleo através dos oleodutos, mas sobretudo o vencer a resistência da Hungria e de alguns países mais próximos, quer do ponto de vista da eficiência energética e do ponto de vista da não condenação ao ataque russo.

Para o eurodeputado este passo é “fundamental” para que “”se possa dar um passo em frente no apoio à Ucrânia” destacando que o importante “é não dar dinheiro à Rússia”, ao mesmo tempo que, conforme refere, se criam novas “oportunidades para Portugal no sentido de ser uma alternativa no fornecimento de energia a países como a Polónia ou a Alemanha”.

O Eurodeputado sublinha que este vai ser um processo progressivo porque é necessário ter em conta que Portugal tem uma dependência muito pequena sobretudo do gás russo” acreditando que outros fornecedores “irão fornecer a União Europeia nas quantidades que sejam necessários e num prazo médio espero que a indústria europeia esteja a funcionar com energias renováveis.”

Quanto à questão do Porto de Sines ser uma alternativa consistente, o Eurodeputado do PS refere “agora temos que aclarar tudo muito” salientando “a terceira ligação de hidrogénio, gás, natural e liquefeito vindo dos EUA e de outros fornecedores, tem que ser construída muito rapidamente.

“O que espero mesmo é que Portugal seja uma alternativa de fornecimento de energia à Europa mas com energias renováveis” sublinhou ainda o Eurodeputado.

Quanto à reação da Rússia a esta medida, Carlos Zorrinho considera que “será uma reação vocal muito forte e não ficará naturalmente satisfeita, mas tenso sido a Rússia a agressora temos que fazer tudo para minimizar os impactos, ainda que exista o receio de a Rússia passar a outro patamar da guerra.”

 

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