27 Jun. 2022
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Alentejo

Comentário semanal do Eurodeputado Carlos Zorrinho, aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 14 Jun. 2022

 

Na revista de imprensa de hoje, dia 14 de junho, contámos com o habitual comentário do Eurodeputado do PS, Carlos Zorrinho. Foram abordados os temas:  A taxa de inflação em Portugal chegou ao 8% em Maio, o valor mais alto em 30 anos, alarmes a soar para a utilização da água este verão devido à seca, e ainda as fragilidades do SNS especialmente neste período de verão.

O Eurodeputado socialista começou por referir que “olha para esta taxa com muita preocupação, não é um fenómeno português, é uma inflação importada pelo aumento da procura pós-pandémica e com as quebras da cadeia de oferta resultantes das necessárias sanções à Rússia.”

Para Carlos Zorrinho é preocupante “porque tem uma quebra de rendimento implícita, sobretudo os mais pobres que são mais prejudicados” sublinhando “esperemos que seja conjetural, mas é preciso tomar algumas medidas.”

Para o Eurodeputado Socialista estas medidas são necessárias “para apoiar os mais vulneráveis, às empresas, aos negócios, às pessoas porque de facto é algo que é muito marcante no quotidiano de cada um.”

No que diz respeito ao segundo tema, o Eurodeputado Carlos Zorrinho referiu “a questão da seca  não é conjuntural” explicando que sobre esta matéria o Parlamento Europeu realizou recentemente  debates muito importantes. Para Carlos Zorrinho “se não reduzirmos as emissões vamos ter cada vez mais verões com muita seca, com muita dificuldade em algumas áreas produtivas.”

Para o Eurodeputado Socialista “temos que ter boas atitudes, desde logo sermos aliados do ambiente e depois temos que nos habituar mesmo a consumir menos água e todos nós podemos dar o nosso contributo.”

“Temos que aprender a viver com menos água e aprender a trabalhar com um clima melhor que nos traga a água que precisamos” acrescentou o nosso comentador.

Por último e em relação ao último tema, Carlos Zorrinho refere que “o que está a falhar é a incapacidade do SNS de atrair e fixar os seus quadros mais jovens” sublinhando “houve ao longos dos anos uma reduzida formação nalgumas especialidades mas mais grave do que isso é uma boa parte dos especialistas preferir sair de Portugal, trabalhar no privado e em sistemas precários uma vez que recebem mais.”

Para o Eurodeputado Socialista “é preciso que o SNS tenha condições para atrair os profissionais de saúde que os portugueses precisam e para que isso aconteça são precisas regras mais flexíveis.”

Carlos Zorrinho conclui dizendo que este “criar estas condições de atratividade é um grande desafio para o governo.”

 

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