07 Dez. 2022
Augusta Serrano
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Alentejo

Comentário semanal do Eurodeputado João Pimenta Lopes, aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa Escrito por  28 Set. 2022

 

Na revista de imprensa de hoje, 28 de setembro, contámos com o habitual comentário do Eurodeputado do PCP, João Pimenta Lopes.

Foram abordados os temas: Espanha decide travar a transferência de água do Rio Douro para Portugal e governo sobre para 10,500 euros a fasquia para não pagar IRS em 2024.

Relativamente ao primeiro tema, o Eurodeputado João Lopes começou por referir “este é um tema que deve preocupar toda a população pelos impatos que pode ter, não só no que diz respeito ao consumo de água mas também do ponto de vista das próprias condições de produção , nomeadamente agrícola.”

O nosso comentador refere ainda “esta matéria está regulada em direito internacional e verificando-se o incumprimento por Espanha, seria uma violação grosseira dum princípio que é fácil de compreender: estamos a falar de rios internacionais, nascendo em Espanha , desaguam no mar em Portugal, e não pode ser negado o acesso à água a qualquer das partes.”

Para João Pimenta Lopes torna-se necessário olhar também para as necessidades nacionais de gestão da água acrescentando “ o PCP vem propondo há muito tempo a disponibilização de meios para a intervenção sobre os recursos hídricos a par de medidas de apoio de adaptação ao uso mais racional, ajustado aquilo que é o conhecimento que hoje permite ter consumos mais moderados de água.”

Para o Eurodeputado Comunista “é necessário priorizar a água garantindo as necessidades para consumo humano sem comprometer as necessidades da produção nacional.” No que diz respeito à medida aprovada pelo governo de suspensão de 15 albufeiras , João Pimenta Lopes “é uma reação sobre matérias que poderiam já ter tido, atempadamente, medidas para que não se tenha que chegar a este ponto.”

No que diz respeito ao segundo tema, o nosso comentador começa por sublinhar “face ao aumento brutal do custo de vida e à perda de poder de compra com que os portugueses estão confrontados, exigia medidas que vão muito para lá desta, nomeadamente intervenção prioritária no aumento do salário mínimo nacional.”

A intervenção nas tabelas de IRS também devia acontecer por forma a que os aumentos não sejam “comidos” assim como a taxação extraordinária e substancial dos super lucros das empresas no setor energético, medidas que o governo se recusa a tomar” refere ainda o Eurodeputado João Pimenta Lopes.


 


 

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