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Alentejo

Comentário Semanal do eurodeputado José Gusmão aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 29 Jan. 2021

O eurodeputado José Gusmão, eleito pelo BE, no comentário desta sexta-feira, dia 29 de janeiro, abordou aos microfones da Rádio Campanário, os resultados das eleições Presidenciais. A reeleição de Marcelo Rebelo de Sousa, o fraco resultado das candidaturas de esquerda, os avanços do Chega e a abstenção.

 

Começando por dizer que a candidatura de Marisa Matias do Bloco de Esquerda não atingiu os resultados pretendidos nem os objectivos políticos a que se propôs. Disse, que a candidata do seu partido, foi também prejudicada pela fuga de eleitores de esquerda para Marcelo Rebelo de Sousa, candidato que acumulou votos de todo o lado.

Sobre a reeleição do Presidente, afirma que “Marcelo vai buscar votos a toda a esquerda”. Os eleitores do PS, do BE e do PCP viram no Presidente alguém que conseguiu cumprir regras de equidade política, por oposição ao anterior Presidente Cavaco Silva.

Quanto a Ana Gomes, a candidata também não atingiu os objectivos, mesmo apelando ao voto útil da esquerda e tendo ganho votos ao BE e ao PCP, não conseguiu votos do PS, cujos eleitores foram esmagadoramente votar em Marcelo Rebelo de Sousa, mais até do que os eleitores do PSD.

Relativamente ao resultado de André Ventura e do Chega, diz o eurodeputado, que foi aqui que se viu uma transformação na configuração política nacional, não existe uma transformação política à esquerda e há estudos que o comprovam, mas sim à direita, com uma quebra significativa do PSD e o desaparecimento do CDS. Afirma José Gusmão, que os resultados do Chega no Alentejo não têm haver com o colapso do PCP mas sim à fuga dos eleitores de direita para o Chega.

Realçando o sentido cívico que os portugueses nestas eleições num contexto pandémico muito difícil, diz que a abstenção, afinal não foi tão relevante como inicialmente parecia ser e há três factores a ter encontra: sempre que as eleições apresentam um presidente que se recandidata os eleitores tentem a ficar em casa, depois a pandemia que impossibilitou cerca de 200 mil eleitores a irem às urnas e por fim o problema criado pelo recenseamento automático na emigração que trouxe para os cadernos eleitorais mais de um milhão de eleitores.

 

 

 

 

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