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Comentário semanal do eurodeputado José Gusmão aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 11 Jun. 2021

Na revista de imprensa de hoje, dia 11 de junho, foram vários os temas abordados pelo eurodeputado José Gusmão, nomeadamente: a polémica instalada em torno do envio dos dados de alguns manifestantes, por parte da camara municipal de Lisboa, à embaixada Russa em Portugal e a consequência que isso traz para os lesados; os autotestes para a covid19 em massa, que não estão a ser comunicados de forma correta e prevista. E ainda o aumento do número de casos e mortes por covid19.

Relativamente ao primeiro tema, sobre a polémica do envio dos dados, de manifestantes, por parte da Câmara de Lisboa, à embaixada da Rússia, José Gusmão diz que “é um incidente de uma enorme gravidade, e um bocadinho extraordinário, ainda por cima numa câmara como a de Lisboa, que tem recursos muito significativos, e que tem um departamento jurídico, que tem ações muito diversificadas de fazem recolha de informação dos cidadãos, verificadas contra o RGPD, e é desse ponto de vista, extraordinário, que tenha sido possível, numa instituição tão capacitada como esta, que este tipo de informação fosse facultada a outros estados, sem que ninguém tivesse reparado que isto era de uma absoluta ilegalidade e muito grave, do ponto de vista (de proteção) dos direitos das pessoas”.

Continua ainda, afirmando que: “O presidente da câmara já veio pedir desculpa publicamente, fez bem, mas isso não é suficiente. É preciso perceber até quando remontam estes dados, que pessoas é que viram os seus dados pessoais revelados… e de quem foi a responsabilidade disto ter acontecido”.

O que é preciso perceber é, se este tipo de situações, [que aconteceu na câmara municipal de Lisboa] se verifica noutras câmaras do país.

Refere ainda que “é preciso acompanhar a os cidadãos cuja informação foi ilegalmente partilhada, para saber se estão a ser alvo de algum tipo de perseguição, se esta violação da lei e se está a ter consequências para as pessoas que estão a ter os seus dados partilhados

Na sua opinião será consequência extrema, aquilo que e pedido por Carlos Moedas, o pedido a demissão de Carlos medina?

O bloco não vai fazer disto um tema de campanha eleitoral.

Carlos Moedas está a léguas nas sondagens, está com uma campanha sem nenhuma energia. E está a agarrar-se a esta polémica como uma boia de salvação”.

“Não iremos poupar ninguém, nesta matéria, mas não iremos fazer campanha eleitoral com um assunto desta seriedade. O que nos interessa é assegurar que as pessoas, que tiveram os dados violados, terão proteção, que passa a ser responsabilidade da Câmara Municipal de Lisboa”.

Afirma ainda que é preciso “Assegurar que quem tem responsabilidade, desta decisão é responsabilizado. A culpa não pode morrer solteira. E garantir que este tipo de situação não se volte a repetir”.

Sobre os autotestes em massa, para a covid19 não estão a ser comunicados, poderemos estar aqui a lidar com números que não correspondam à verdade, ou realidade?

"Acho que é uma probabilidade diminuta. Podem dar-se o caso dessas pessoas que fazem o teste rápidos e tem resultados negativos, sentem que não tem necessidade de comunicar às autoridades de saída. Pessoas que tenham resultados positivos e não o fizessem, já é mais grave. Afirma ainda que, nesta temática "É mt difícil fiscalizar este tipo de instrumentos", referindo que existe muito pouco controlo das autoridades de saúde sobre esta situação.

O Eurodeputado afirma, do mesmo modo, que "O que me parece mais prioritário é analisar a capacidade de resposta do serviço nacional de saúde. Ver a evolução da situação ao nível dos internamentos, urgência, óbitos, e esse tipo de avaliação é que me parece mais significativa.

Ontem, voltamos a registar mortos e casos elevados de casos, tendo em conta o aumento do número de casos positivos, nos últimos dias, deve estar-se mais atento?

"Sim, sobretudo os óbitos. Com a vacinação de uma parte da população que foi identificada como sendo de risco, começamos a ter uma mudança de perfil de contágio, e pessoas que contraem covid. E nesta fase a atenção tem que estar sobre a capacidade de resposta do SNS" - Afirma.

"Qualquer aumento do número de internamento e óbitos deve funcionar como alerta, mas não sabíamos que isso devia ser expectável e apesar de tudo estamos longe dos nível em que estavamos em janeiro. Não podemos permitir que se volte a essa situação. Eu acho que agora entramos numa gestão mais fina da pandemia, para permitir que não volte a fugir de controlo". - Termina

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