05 Jul. 2022
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Alentejo

Comentário semanal do eurodeputado José Gusmão aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa Escrito por  31 Dez. 2021

Na Revista de Imprensa desta sexta-feira, dia 31 de dezembro, contámos com o comentário do eurodeputado José Gusmão do Bloco de Esquerda.

Os temas abordados no dia de hoje foram: as eleições legislativas de 2022 e o resultado da última sondagem, recentemente divulgada e que refere o PS à frente com uma margem de diferença para Rio, mais curta, e aumento exponencial de novos casos de covid 19.

Relativamente ao primeiro tema, o eurodeputado José Gusmão começou por referir “as sondagens neste momento ainda estão bastante distantes do momento de voto e por isso há sondagens para todos os gostos” acrescentando “o que me parece mais distintivo no atual momento é que António costa tem tido um discurso sobre as condições de governação a seguir às eleições que é errático, uma vez que transmite a ideia de que não tem uma solução para o caso de não ter maioria absoluta e isso é um problema.”

José Gusmão sublinha igualmente “a maioria absoluta parece estar bastante longe” salientando “continua a existir um grande apoio à geringonça, nomeadamente na modalidade que existiu entre 2015 e 2019”.

A este propósito diz “convinha que António Costa desistisse do plano da maioria absoluta e começasse a falar sobre as perspetivas para o país que podem resultar no regresso à forma política da geringonça com um acordo escrito.”

José Gusmão adianta “é preciso pensar no programa do governo” justificando “foi o facto do Partido Socialista ter recusado um acordo para 4 anos que entrámos num regime de aprovação de legislação e de orçamentos, tudo á peça.”

No que diz respeito ao segundo tema, a pandemia de covid 19 em Portugal, o seu crescimento exponencial, o nosso comentador referiu “um dos aspetos evidentes é que a pandemia já não é uma surpresa e durante o tempo da pandemia o governo veio a adiar algumas das soluções fundamentais para dar uma resposta cabal, não apenas à pandemia mas também aos outros problemas de saúde que o país já tinha e que mantém e que se agravam.”

José Gusmão destaca ainda que “há consequências sociais para as quais é preciso olhar e dar resposta.” Quanto ao número de dias de isolamento salienta “é um debate que tem que ser analisado cuidadosamente pelos técnicos ou seja, não podemos tomar decisões apenas com base no que reconhecidamente seria melhor para as nossas vidas.”

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