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Comentário semanal do eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 01 Abr. 2021

Na rubrica Revista de Imprensa de hoje, dia 1 de abril, Nuno Melo - Eurodeputado do CDS - foi o comentador da atualidade nacional na Rádio Campanário. Vários foram os temas abordados tais como: os 3 diplomas promulgados pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa e a discordância de António Costa; o plano de vacinação no nosso país e o desconfinamento; e por fim, a coligação de CDS e PSD nestas autárquicas de 2021. 

Com respeito à promulgação dos diplomas, o nosso comentador crítica o Presidente da República, "pela inconstitucionalidade gritante, devido ao facto dos deputados não poderem apresentar iniciativas legislativas que aumentam ou diminuem a receita". Nessa medida a promulgação foi de diplomas que se sabia serem inconstitucionais, politicamente falando o PR concordaria com eles e decidiu promulgá-los esquecendo que tem que ser o "garante da constitucionalidade pelo menos numa fiscalização que lhe compete", declara. 

Quando questionado sobre como irá acabar esta situação, Nuno Melo refere que "o próprio parlamento querendo tem competências para anular/revogar estes diplomas". Resta é saber se tem esta vontade. Enaltece também que, "o PS ganhou as eleições mas de momento não tem a maioria absoluta para por si só, aprovar seja o que for". 

Sobre a vacinação no nosso país, elogia a disciplina militar e rigor de Gouveia e Melo, o coordenador da task force. Contudo, menciona que o plano de vacinação não está a decorrer como desejado por razões externas e internas, tais como: "falta de entrega de vacinas no número contratado" e porque "não há meios para garantir a celeridade necessária". Em relação ao desconfinamento, relembra que "vivemos na UE e há circulação de bens, pessoas e capitais". O confinamento acontece com base em números, e estes, "não páram, para além das fronteiras imaginárias". 

No que toca à coligação dos partidos CDS e PSD para as autárquicas de 2021, Nuno Melo declara que " as coligações com o PSD devem acontecer como um projeto político e não como uma tábua de salvação por parte do CDS".  Relembra que foi crítico no caso de Lisboa, uma vez que o CDS é a segunda força política nesta região, e conseguiu o melhor resultado da história do partido desde que concorreram sozinhos. Assim sendo, deveria ser o CDS a encabeçar a coligação em Lisboa, de acordo com a regra que o partido mais votado encabeçava a coligação. 

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