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Comentário semanal do eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 13 maio 2021

Na Revista de Imprensa desta quinta-feira, 13 de maio, contámos com o comentário do eurodeputado Nuno Melo, do partido CDS. Foram vários os temas abordados, nomeadamente os festejos dos adeptos do Sporting, que venceu o campeonato e que desrespeitaram regras sanitárias, a subida da taxa de juros em toda a Europa, que traz custos adicionais para Portugal, e fala sobre as sondagens das intenções de voto, nas eleições autárquicas.

Sobre a polémica dos festejos, por parte dos adeptos do Sporting, em virtude do mesmo ter ganho o campeonato, e que foram celebrados, numa época de pandemia e restrições, o Eurodeputado Nuno Melo explica que este acontecimento: “envergonha o País aos olhos do Mundo”.

Continua dizendo que “há um ministro da administração interna que não existe e que este é “profundamente incompetente, como tem dado prova ao longo de todo tempo em que tomou posse neste governo, Eduardo Cabrita”.

Segue tecendo críticas também, ao presidente da Câmara, Fernando Medina, afirmando que este “falhou estrondosamente”. Da mesma forma, tece críticas aos adeptos, que comemoraram a vitória, relatando que houve “pessoas que se comportaram muito mal como se viu” (…) “o que se viu ali foram milhares de pessoas, (…) parte delas sem máscara, sem cumprimento de quaisquer regras básicas, depois de tudo aquilo que está à vista”.

Vai mais longe, no que toca a críticas aos governantes, apontando a mira para o Primeiro ministro, António Costa, relatando que este “sacrifica a PSP, que correu todos os riscos”, considerando que “não há com este PS qualquer ética na política”, e que Costa está apenas “preocupado apenas em salvar o melhor amigo, apesar de saber que não tem qualquer capacidade para o cargo”, por outro lado, acusa-o também estar “preocupado com os votos nas próximas eleições autárquicas”, porque como refere, “muitos daqueles adeptos votam, e portanto convém não melindrá-los, os apesar de se terem comportado mal”.

Persegue dizendo que o governo “responsabiliza, quem não tem culpa nenhuma, (…) correndo todos os riscos, enfrentando milhares de pessoas, e que se chama PSP”, afirmando que para si isto “é expressão de tudo o que não deve ser a política”.

Questionado sobre como Portugal vai suportar o crescimento da taxa de juro da dívida, o comentador considera que: a união europeia está a fazer um tremendo esforço, com uma injeção de capital para ajudar os governos a superarem as dificuldades dos países”, referindo que “nos últimos anos tempos vivido tempos nunca vistos, de grande vantagem do ponto de vista das taxas de juro”, e que já “não estamos a pagar juros como se pagava noutros tempos” e que “muitas vezes são quase negativos”.

Afirmando, contudo, que “isto não pode durar para sempre” e quem de certo modo, esta tendência poderá não se manter, pois “pode haver uma tendência para a subida das taxas de juro”, que “vai afetar o estado, as empresas, e vai afetar as famílias, que podem ser chamadas a pagar muito mais, quando menos têm”.

Refere ainda, sobre este assunto, que “a economia retraiu” e que “infelizmente a tendência da subida e do agravamento destas condições de pagamento de dívidas, (…) pode acontecer em cima do maior impacto da própria pandemia”.

Relativamente às sondagens, que revelam pequenas variações nas intenções de voto e que colocam o PS à frente, face às legislativas de 2019, o deputado Nuno Melo, considera que “nós temos um governo que, realmente decide, através deste primeiro-ministro, com grande cinismo e sem grande sentido de ética, ou seja, dá o que o país não tem, se for preciso, para ver nisso alguma vantagem, para tentar ganhar eleições”.

Termina apontando críticas, ao atual governo, dizendo que “quando é preciso dá algumas benesses ao setor público, esquecendo os outros”, afirmando não se recorda “do PSD e CDS terem estado no governo sem ser para pagar as contas da esquerda”.

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