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Comentário semanal do eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 15 Jul. 2021

Na Revista de Imprensa desta quinta-feira, dia 15 de julho, contámos com o comentário do eurodeputado Nuno Melo, do CDS-PP.

 Foram vários os temas abordados, nomeadamente o chumbo do Tribunal Constuticional  às apoios à pandemia aprovados pela oposição na Assermbleia da Répública, a utilização de verbas da segurança social destinadas às pensões para pagar custos da pandemia, os números galopantes da pandemia em Portugal e a possível abertura de espaços e abrandamento de restrições mediante a obtenção do certificado de vacinação.

Sobre a decisão do TC, diz o eurodeputado que o Tribunal não tem que decidir em razão de afetos, mas sim com a constituição e a lei. O governo é que tem que ter a sensibilidade social para decidir sobre a apresentação de medidas para acudir a estas pessoas. O governo tem que decidir de acordo com o interesse público, o Tribunal decide com a Constituição e a lei.

Relativamente à informação avançada de que o governo estaria a usar o fundo das pensões para pagar custos da pandemia, Nuno Melo diz que não estranharia se tal for verdade e acrescenta que o regime contributivo só por si não é suficiente para as necessidades da Seguranºa Social, daí que se aí se for buscar dinheiro para outros setores é ainda pior.

Quanto à pandemia, aos números casa vez mais alarmantes no nosso país e a possibilidade de haver novo aperto de regras, diz o eurodeputado que as medidas não estão a dar frutos. As medidas são mais reativas do que preventivas, falta a perspectiva da prevenção que evitaria que o país chegasse a este ponto. "Passa-se de extremo confinado para extremo libertário, sem um meio termo que haveria de existir até cumprido o plano de vacinação e os números contralados, daí que há aqui uma enorme falaha do governo.

Sobre a possibilidade de aliviar restrições e havertura de espaços, como as discotecas, medidante o incentivo à vacinação dos jovens e a obtenção de certificação, acrescenta Nuno Melo que não aceital tal, "prefiro uma situação restritiva durante uns meses do que a abertura e esta ideia de queres agradar a todos, não é viavel. Se houver uma consequência para a não vacinação, as pessoas vacinam-se (...)".

Acrescenta também que o futebol, porque dá votos, ultrapassa a pandemia, "quando a variante delta no Reino Unido estava galopante não se deveriam ter aberto as portas para o futebol.".

 

 

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