11 Ago. 2022
 
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15:00-17:00

Alentejo

Comentário semanal do Eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa Escrito por  28 Jul. 2022

Na Revista de Imprensa desta quinta-feira, dia 28 de julho, contámos com o comentário do Eurodeputado Nuno Melo, do CDS-PP. Foram abordados os temas: Autarcas exigem mais dinheiro para assumirem competências na área social e o novo diploma aprovado pelo governo no que diz respeito ao pagamento de horas extraordinárias no SNS e que, na prática, é inaplicável.

Relativamente ao primeiro tema, o nosso comentador começou por nos referir “ este braço de ferro só pode resolver-se com uma verdadeira descentralização e não com o que nós temos, que é um verdadeiro simulacro, uma decisão à porta fechada que transformou Presidentes de Câmara em tarefeiros cometendo-lhes competências que cabiam ao estado e que custavam dinheiro e que o governo socialista decidiu remeter para as autarquias sem os recursos financeiros necessários.”

Ainda sobre esta matéria, o Eurodeputado acrescenta “as Autarquias que já vivem com dificuldades, são agora chamadas a fazer o que não podem.”

Na verdade, acrescenta o comentador “isto quase não parece uma descentralização, parece sim uma coisa feita para correndo mal começarem a falar da Regionalização.” Esta situação demonstra ,refere ainda “um estado que não é sério.”

No que diz respeito ao segundo tema, Nuno Melo salientou “esta situação é absolutamente ridícula e começa a ser difícil justificar tanta incompetência porque isto é transversal a muitos setores do Estado.”

“Temos um governo transformado numa agência de comunicação , que diz uns disparates para simular a realidade transformando-a no que ela não é e depois, infelizmente, as pessoas vão acreditando e vão continuando a votar.”

Relativamente à Saúde, e sabendo que há um problema grave com o SNS, Nuno Melo lamenta “que se façam anúncios e depois o que se apresenta ao país não é exequível , os médicos e os hospitais contestam e depois o governo inventa outra coisa qualquer.”

Para o nosso comentador, “o estado é o único beneficiário da crise que temos” acrescentando “são mais cinco mil milhões de euros que engordaram os cofres do estado, enquanto os hospitais não têm dinheiro, enquanto nós pagamos mais de combustível, renda de casa, luz, entre outras.”

 

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