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Comentário semanal do Eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa Escrito por  12 Jan. 2023

 

Na Revista de Imprensa desta quinta-feira, dia 12 de janeiro, contámos com o comentário do Eurodeputado Nuno Melo, do CDS-PP.

Na rubrica de hoje foram abordados os seguintes temas: a proposta de escrutínio de governantes hoje discutida em conselho de ministros e a audição da administradora da TAP no Parlamento.

Relativa ao primeiro tema o Eurodeputado do CDS-PP começou por nos referir “oponho-me absolutamente a um mecanismo que , não só traduz uma forma do Primeiro Ministro disfarçar a sua incapacidade e responsabilizar simultaneamente no futuro o PR inibindo-o de censurar o governo se for caso disso , como, por outro lado torna ainda mais ostensiva a ligeireza nas escolhas feitas por António Costa como a falta de qualidade da própria base do recrutamento de escolha.”

Para o eurodeputado do CDS-PP "é competência do Primeiro Ministro garantir que as pessoas que escolhe para secretários de Estado ou Ministros são pessoas capazes, credíveis, são pessoas sem problemas de natureza ética ou criminal” acrescentando ainda “que já foram substituídas 12 pessoas no governo o que só mostra que escolheu sem ter nenhuma preocupação em verificar estas circunstâncias.”

O Primeiro Ministro chocou o país com uma sucessão de casos insólitos e a desculpa apresentada foi envolver o Presidente da República nesta questão” adiantou ainda o nosso comentador.

No que diz respeito ao segundo tema, a audição da Presidente da Comissão Executiva da TAP no Parlamento relativamente à polémica da indemnização paga à ex-Secretária de Estado do Tesouro, Nuno Melo começa por referir “esta audição é fundamental.”

Para Nuno Melo “o que se passa na TAP não pode acontecer num País que, no caso de Portugal, vive com grandes dificuldades. Aquilo que a Administração da TAP mostra é que vive à margem das realidades de Portugal e dos próprios sacrifícios que pede aos funcionários da própria companhia.”

Na sua opinião, e tal como refere “a TAP tem permitido situações que são completamente absurdas: a distribuição de prémios de milhões de euros por poucos membros da companhia em tempos que são recorde de prejuízos , regimes privativos de indemnização de valores incomportáveis e absurdos, privilégios de indemnização, e administradores com salários mais altos do que quando era privada, por isso os portugueses precisam desta audição e sobretudo de explicações."

 

 

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