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Comentário semanal do vice-presidente do PSD Salvador Malheiro aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 01 Fev. 2021

A pandemia e o processo de vacinação foram hoje, segunda feira, os assuntos centrais do habitual comentário político semanal de Salvador Malheiro na Rádio Campanário. O dirigente do PSD começou por evidenciar que apesar Portugal ter neste momento números muito complicados - “somos os piores do mundo” – há sinais de que pelo menos no norte e centro do país o pico da terceira vaga já está a ser ultrapassado. “Importa por isso olhar agora para o futuro e tentar que os erros do passado, nomeadamente a falta de planeamento e a abertura apressada, não se repitam, diz.  

Sobre o processo de vacinação em curso, Salvador Malheiro considera que “a vacina é a única ferramenta” que temos para combater a pandemia, pelo que, “a batota que existiu em alguns locais bem identificados não pode de forma alguma acontecer mais. Isso é uma falta de respeito de quem está no terreno e arrisca a sua vida todos os dias. É uma falta de respeito com quem precisa de vacina como de pão para a boca”, conclui.

Salvador Malheiro reconhece que a gestão do processo de vacinação “é sempre difícil” e que os excedentes “acontecem sempre”. Mas nesses casos “é criminoso não encetar todos os esforços para encontrar pessoas que realmente precisem, como sejam idosos com mais de 80 anos, profissionais de saúde ou bombeiros.”

Quanto a responsáveis, o dirigente social democrata diz que “a culpa não pode morrer solteira. Estamos a ver constantemente a demissão de quadros intermédios e é importante que ao mais alto nível se exijam também responsabilidades. Com humildade, com vontade de trabalhar, e não atacando quem identifica as falhas”.

Já relativamente às listas de suplentes que as autoridades estão a criar, Salvador Malheiro diz que “é uma boa notícia, mas já poderia ter sido anteriormente”. Finalmente deixa o desejo de que agora que estamos a passar o pico saibamos “desconfinar com responsabilidade sem abrir muito depressa; preparar bem a páscoa e apostar tudo numa vacinação racional, que todos os portugueses percebam, dando absoluta prioridade aos grupos de risco, com destaque para os maiores de 80 anos”.

A finalizar o seu comentário semanal, Salvador Malheiro ainda teve tempo para abortar a aprovação da lei da eutanásia, considerando que “é um assunto fraturante da sociedade portuguesa, como ressalta da votação no Parlamento”. “Não conhecendo a lei em pormenor, tenho muitas reservas e não concordei com a votação de uma lei com esta sensibilidade no pico da pandemia. Não era o timing correto”, conclui.

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