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Comentário semanal do vice-presidente do PSD Salvador Malheiro aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 15 Mar. 2021

No comentário semanal desta segunda-feira, 15 de março, Salvador Malheiro, dirigente nacional do PSD, na rubrica revista de imprensa da Rádio Campanário, abordou temas como o desconfinamento a conta-gotas, o regresso das crianças à escola, e a ameaça dos Açores no que toca à compra de vacinas contra o covid-19 a países fora da UE, como aos Estados Unidos, Rússia ou China.

Questionado sobre o desconfinar de Portugal, Salvador Malheiro afirma que "é um momento sensível, ou até mesmo crítico" porque conseguimos passar com muito esforço as primeiras vagas, e ainda acrescenta que "(...)as pessoas já não aguentam mais estar em casa, temos números bons e um plano de desconfinamento apresentado que temos de continuar a cumprir para que não surja a 4º vaga" antes de atingida a imunidade de grupo com a vacinação.

O nosso comentador enaltece que é um dia de esperança, mas não podemos deixar de ser cautelosos, pois não estamos longe do perigo, uma vez que, a existência de uma 4º vaga não é nula dependendo do nosso comportamento.

No que toca à questão de as crianças estarem de volta às escolas e à notícia avançada pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues,de que o pessoal docente e não docente vai começar a ser vacinado no próximo fim de semana, o nosso comentador diz que "naturalmente estamos no fio da navalha (...) pois há sempre quem concorde que temos de começar a abrir e a desconfinar e quem não concorde e ache que devíamos esperar mais 15 dias", refere.

Ao nível da vacinação começar no próximo fim de semana, Salvador Malheiro afirma que já devia ter sido feito antes das crianças regressarem às escolas, "(...) para começarem a abrir as escolas, sabemos que há um risco que este movimento gera (...) não aconteceu assim, algo que podemos apontar como aspeto negativo, pois devia ter sido feito antes da abertura das escolas".

À data de hoje foi também noticiado que Espanha vai prolongar os controlos na fronteira terrestre com Portugal até dia 6 de abril. O vice-presidente do PSD menciona, "Apesar de termos cada vez menos casos e números muito bons, não podemos deixar de ser cautelosos, por isso percebe-se a decisão de Espanha."

Segundo o governo dos Açores, a ameaça de compra de vacinas a países fora da UE, deu-se devido à fraca cobertura vacinal contra o covid, ao crescimento da variante britânica no arquipélago, o que levou o governo a pedir vacinas que não chegaram atempadamente, da união europeia.

Sobre este assunto, Salvador menciona "as condições especificas deste arquipélago são diferentes dos outros, às condições climatéricas, ao nível dos recursos de saúde não estão no mesmo patamar que o continente". Salvador Malheira, interpreta que esta atitude do governo açoriano seja para exigir uma discriminação positiva para as regiões autónomas.

De referir que, a ilha do Corvo é a primeira com a comunidade totalmente vacinada, a nível nacional e da Europa "Portugal integrou esta estratégia europeia e muito bem, pois se não tivéssemos integrado tínhamos muito pouca capacidade negocial para ter vacinas em quantidades razoáveis". 

Salvador Malheiro terminou considerando que esta atitude do governo dos Açores seja, apenas para exigir uma discriminação pela positiva, no fundo um chamar de atenção e não "um esticar de corda".

 

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